O Café está Liberado para quem vai Prestar Concurso Público?

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O café é visto como uma bebida estimulante e com super poderes para a as pessoas que querem ficar mais “pré-dispostas” ao longo do tempo. Isso porque a cafeína é um composto químico presente na bebida e que atua no sistema nervoso central, atuando no metabolismo do corpo humano.

Quando a pessoa consome a cafeína, ela tem um efeito estimulante a ponto e aliviar a sonolência, restaurando o que é chamado de estado de alerta.

Conforme alguns estudos, publicados na revista Science, apontam que o café pode melhorar o funcionamento do cérebro, ajudando a queimar gordura e reduzindo o risco de doenças.

Mas, os mesmos estudos apontam que da mesma forma que tem efeitos benéficos, o café também tem malefícios – a ingestão excessiva pode provocar em algumas pessoas efeitos negativos, tais como irritabilidade, ansiedade, dor de cabeça, insônia e mesmo a dor de estômago.

Portanto, para os estudantes, a dúvida é justamente essa: vale a pena investir no café ou não? Vale a pena arriscar ter dificuldades para dormir, mas ter muita força para estudar? Como colocar todas as questões na balança e ver qual é o melhor caminho?

Ainda de acordo com as pesquisas, dessa vez da Johns Mapkins, University em Maryland, nos Estados Unidos, a cafeína estimula a memória. Assim, quem bebe café tem melhor desempenho nos testes de memória, principalmente naquela do longo prazo.

Para os estudantes de concursos públicos, que tem rotinas pesadas de estudo, o cansaço mental é natural e, até certo ponto, comum. Portanto, mais do que beber café, ter disciplina educacional tem a ver também com outras questões: como ter uma boa noite de sono e uma alimentação saudável balanceada.

Com base nesses dois estudos, dá para notar que o consumo de doses diárias de café podem ser valiosos para potencializar os estudos e dar uma melhora cognitiva na vida das pessoas, principalmente nos dias em que o corpo está  exausto.

Para a Helth Canada, uma agência de vigilância sanitária do Governo Canadense, a ingestão diária de cafeína ideal é de 400 miligramas, ou seja, 5 xícaras pequenas  – sendo que quem é mais sensível à bebida, tem que diminuir a quantidade.

Como funciona a memória?

A memória forma a base para a aprendizagem. Se não houvesse uma forma de armazenamento mental de informações do passado, não teríamos soluções disponíveis para utilizarmos em diferentes situações que vivenciamos.

Assim, a memória envolve um complexo mecanismo, que embora exista dentro de nós, não é consciente, e que abrange o arquivo e a recuperação de experiências, portanto, está intimamente associada à aprendizagem.

aprendizagem é a aquisição de novos conhecimentos e a memória é a retenção daqueles conhecimentos aprendidos.

A memória, forma a base de nosso conhecimento, estando envolvida com nossa orientação no tempo e no espaço e nossas habilidades intelectuais e mecânicas.

Assim, aprendizagem e memória são o suporte para todo o nosso conhecimento, habilidades e planejamento, fazendo-nos considerar o passado, nos situarmos no presente e prevermos o futuro. Continue Lendo e Entenda Tudo sobre a Memória!

O Problema da falta desses alimentos…

Quando esses alimentos listados não são consumidos na quantidade que deveria, eles podem afetar diretamente a memória, como visto. Mas, não só. A concentração também fica extremamente deficitária e a fadiga também se torna um problema.

Logo, além disso, há um processo natural no ser humano de envelhecimento, o que causa cansaço, estresse e outros fatores que influenciam no esquecimento.

Adendo: Vamos ter um tópico durante o texto para falar das principais perdas de memória causadas em idosos, que podem causar destruição progressiva e irreversível de neurônios. Então, não deixe de ler.

Perder a memória faz parte de algumas doenças que tem causas muito diversificadas, sendo que pode acontecer repentina ou lentamente.

Você pode começar se esquecendo de eventos recentes ou passados. Você pode se esquecer de um único evento ou de vários. Você pode ter dificuldade em aprender coisas novas, não conseguir se concentrar em nada e ter problemas na hora de criar novas memórias, por exemplo.

Conforme o nutrólogo André Veinert, da Clinica Healthme, alguns estudos da Universidade Federal de São Carlos (Unifesp) comprovam que a alimentação saudável contribui não apenas para melhorar a memória como também para recuperar as funções motoras em portadores de mal de Parkinson.

CURSO DE MEMORIZAÇÃO DO RENATO ALVES É BOM MESMO?

Nesse artigo, como está sendo visto até agora, a ideia é informar sobre uma dessas causas, que pode ser a alimentação desbalanceada ou irregular. Portanto, quando você come os alimentos corretos e benéficos, você não só turbina a memória como também evita a rápida deterioração dela.

“A alimentação é a nossa maior fonte de nutrientes que podem modular neurotransmissores e mecanismos fisiológicos que nos deixam ativos, com disposição e com uma memória perfeita”, diz a nutricionista Mariana Duro, do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional.

“Da mesma forma, o consumo excessivo dos alimentos industrializados e com agrotóxicos e ricos em hormônios também influenciam diretamente nisso e podem piorar o nosso organismo”,

Por isso, também procuramos os principais alimentos que devem ser evitados se você estiver preocupado com o bem-estar e com o bom funcionamento da memória”, completa.

Benefícios do Café para os Estudantes

O uso do café para dar mais força na hora do estudo – já não é novidade. Conforme o site Lifehack, as start-ups norte-americanas vêm oferecendo o recursos para funcionários com o objetivo de aumentar a criatividade no campo de trabalho.

Como Funciona

A estrutura do cérebro responsável pelo recebimento de adenosina é responsável pelo metabolismo energético dos organismos – quando a adenosina se liga com o seu receptor, você fica com sono.

Porém, quando a cafeína entra em ação, o receptor se liga com a cafeína e não com a adenosina, deixando o consumidor mais “ligado”.

A Principal Vantagem

A principal vantagem da cafeína é que ela faz efeito em apenas 5 minutos após o consumo, aumentando a energia e ajudando você a se manter mais focado.

A Desvantagem

Quando a pessoa bebe café frequentemente, mesmo em pequenas quantidades, o organismo fica mais tolerante fazendo com que mais doses sejam necessárias para surtir o mesmo efeito – ou seja, o consumidor pode ficar “viciado” na bebida, literalmente.

Estimula a Criatividade

O café, conforme a agência CNN, estimula o corpo a atingir energias mais altas, fazendo com que fiquemos acordados por mais tempo e sim, fazendo com que nos tornemos mais criativos.

Estimula a Felicidade

Conforme o NH Institute, os antioxidantes presentes na fórmula da cafeína aguçam os sentimentos que têm a ver com a felicidade a satisfação – é por isso que expressamos leves sorrisos após um gole da substância.

Estimula o Raciocínio Lógico

Com mais energia, o cérebro faz cálculos complexos com maior facilidade – assim, sempre que surgir um novo assunto, vale a pena investir em uma dose da bebida.

Combate o Sono

A cafeína bloqueia a adenosina, como falamos anteriormente. Isso quer dizer que uma xícara de café é suficiente para reduzir os efeitos da adenosina, estimulando a produção de hormônios de atividade e a concentração por pelo menos 25 minutos.

A informação acima está constada na Universidade de South Hampton.

Reprodução: Google

Auxilia a prática de exercícios antes do Estudo

A cafeína aumenta a taxa de ácidos graxos no sangue – fazendo com que os músculos usem a gordura como combustível, criando um estoque de carboidratos. A sessão de 15 minutos de corrida, por exemplo, aumenta 20% da concentração na próxima hora.

Ajuda na Memorização de Fórmulas

A universidade de Johns Hopkins mostrou também que o café estimula a armazenagem de informações no cérebro. Isso porque a cafeína mantém o corpo mais ativo, estimulando o corpo e mantendo as informações no subconsciente.

Cuidado Especial – Em excesso, Cafeína Prejudica a Concentração

Quando a bebida é consumida na dosagem certa, pode ser uma arma para os vestibulandos e concurseiros, favorecendo a preparação para as provas difíceis. Porém, ao mesmo tempo, se consumido em excesso, gera estresse e atrapalha a concentra dessas mesmas pessoas.

Os dois lados são causados pelo poder estimulante da cafeína.

“O café é interessante para estudar. Há estudos que mostram que alunos que tomavam café-com-leite pela manhã tinham desempenho escolar superior aos que só tomavam leite. Mas, se passar de três xícaras, gera estresse porque é um estimulante do sistema nervoso central”, disse o médico Durval Ribas Filho, que é presidente da Associação Brasileira de Nutrologia.

“O vestibulando pode ficar trêmulos, sem paciência, interferindo em sua concentração”.

Para a Nutricionista Andrea Zaccaro, o café também pode causar problemas chamados efeito-rebote. Após a exercitação do sistema nervoso central, quando o efeito do café passa, há uma depressão para níveis abaixo dos anteriores à ingestão do café.

“A pessoa estava cansada e o café engana o organismo, fazendo com que ele fique mais agitado. Mas, quando acaba o efeito, ele está mais cansado, porque, além da energia que já não tinha, fica sem a que gastou no período em que estava sob efeito”, garante.

A camuflagem do sono, dá uma energia nervosa vazia, argumenta a psicóloga Marilda Lipp.

“Se o estudante consumir café, ficará mais calmo”, diz Zaccaro.

Curiosidades do Café

Selecionamos algumas curiosidades do café, confia.

Os americanos ingerem antioxidantes do Café

Um estudo feito em 2005 mostrou que quando o assunto é estimulante, nada se compara à quantidade de antioxidantes encontrada no café – o corpo humano pode absorver maior quantidade quando ela vem do café, como acontece nos Estados Unidos.

O Cheiro do Café diminui o estresse

Na universidade coreana Seoul National, cientistas provaram que o aroma do café trazem mudanças nas proteínas do cérebro, que estão relacionadas àquele estresse.

Vale ressaltar que a pesquisa não está relacionada ao estresse, somente ao estresse gerado pela falta de sono.

O café Ameniza sintomas de Mal de Parkinson

O jornal Science Daily relatou, em 2012, que a ingestão de café pode ajudar as pessoas que sofrem com o Mal de Parkinson a controlarem seus movimentos.

Conforme Dr. Ronald Postuma, “os estudos mostram que as pessoas que ingerem cafeína têm uma probabilidade menor de desenvolver o Mal de Parkinson, mas é uma das primeiras pesquisas realizadas em seres humanos que mostra que a cafeína ajuda as pessoas que tem a doença”.

O Café é bom também para o Fígado

O estudo de 2006 diz que quem bebe pelo menos uma xícara de café por dia tem 20% menos probabilidade de desenvolver cirroso hepática.

Arthur Klatsky, autor do estudo, afirma que “o consumo do café parece proteger o organismo da cirrose alcoólica, quanto mais café a pessoa consome, menor o risco de ser hospitalizada ou mesmo morrer de cirrose hepática”.

Consumo do Café está relacionado à níveis baixos de Suicídio

A Harvard School of Public Health revelou que beber de duas a quatro xícaras de café pode reduzir em 50% o risco de suicídio em homens e mulheres.

A pesquisa diz que a ação é antidepressiva auxiliando na produção de neurotransmissores como a serotonina, dopamina e noradrenalina.

Beber café pode manter o seu cérebro saudável por mais tempo

Nas universidades de Miami e do Sul da Flórida descobriram que as pessoas que tem mais de 65 anos e possível altos níveis de cafeína no sangue desenvolvem o Mal de Alzheimer.

Chuanhai Cao é neurocientista na USF e diz que “não estamos afirmando que o consumo moderado do café irá proteger as pessoas da doença. No entanto, acreditamos fortemente que o consumo moderado de café reduz o risco do Alzheimer”.

O Café aumenta a Inteligência

A CNN mostrou que o café permite que o cérebro funcione de maneira eficiente e inteligente. Michael Lemonic, da Time, disse que “quando você dorme pouco e ingere cafeína, praticamente qualquer coisa que você possa mensurar mostra uma melhora”.

Alimentos ótimos para a memória

A princípio, é preciso saber que o nutriente necessário par que o cérebro fique mais ativo e se lembre com mais exatidão das coisas é o ômega 3. “Ele é o maior responsável pela saúde mental”, diz a nutricionais Sonja Salles. Sabendo disso, a maioria dos alimentos citados como benéficos para a memória tem na sua composição esse nutriente.

“Com uma alimentação pobre em ômega 3, a pessoa fica esquecida, sem concentração. Ele tem também um anti-inflamatório e melhora a pressão arterial. A gente consome muitos alimentos com ômega 6, que é muito inflamatório, mas precisamos comer mais itens com ômega 3”, ela afirma.

E, quando esses alimentos são compostos com outros, podem ter esse poder melhorado, como é o caso da Quinoa. Aliás, veja a listagem desses alimentos.

Quinoa

É cultivada em países andinos e é considerado um superalimento porque tem na composição nutrientes como proteína, ferro, cálcio, vitaminas do complexo B e o ácido graxo ômega 3, que compõe a membrana externa das células cerebrais.

Além de ser ótimo para a memória, a quinoa também fortalece os cabelos, as unhas, a pele e atua no controle da saciedade da fome.

Linhaça

Tanto a dourada quanto à marrom. Além do mais, elas são ótimas aliadas para o processo de emagrecimento já que sacia a fome.

Agora, se você for consumir para que ela atue na memória, então, é importante comê-la na forma triturada ou germinada e para manter as propriedades, ela tem que estar sempre conservada em vidros escuros e locais frescos.

Salmão

Entre todas as carnes, o salmão é o mais indicado justamente pelo alto teor de ômega 3. Quem come muito salmão tem um melhor desempenho cognitivo e um grande potencial para o funcionamento do cérebro.

O salmão também é indicado para reduzir os níveis de colesterol, melhorar o funcionamento do coração e aumentar a eficiência de serotonina no cérebro, o que proporciona o bom humor. Atuam e Sardinha também possuem esses nutrientes, só que em menor proporção.

Morango

Ele não tem ômega 3, mas tem a fisetina, que é outro nutriente que desempenha um papel importante nas lembranças. Conforme pesquisas, a substancia induz a diferenciação das células nervosas e, com isso, influencia diretamente o bom funcionamento cognitivo.

Tomate

Assim como morango, tem muita fisetina e contribui para uma melhora da memória. Isso sem contar ainda que possui o licopeno, um antioxidante que reduz os danos causados às células pelos radicais livres e previne, por isso, doenças como câncer.

Uva

As uvas também têm a fisetina, mas, além disso, tem também os flavonoides, que também é importante porque protege o sistema nervoso e influencia na regulação da morte de neurônios e na regeneração dessas células.

Chás Verdes, Brancos e Vermelhos

Possuem outras fontes de flavonoides que ajudam no desenvolvimento e na recuperação da memória. Eles têm efeitos similares com os da uva e, sem contar, que são usados também por pessoas que querem perder peso, já que acelera o metabolismo.

Ovo

Possui a colina, uma substancia que ajuda principalmente no envelhecimento, já que protege as células do cérebro enquanto o corpo sofre com o passar do tempo.

A colina também é importante para a saúde dos olhos, já que traz o ácido fólico, que atua, por sua vez, no combate à anemia e na prevenção de doenças cardiovasculares.

Abacate

Tem muita vitamina B3 (niacina), que participa diretamente da manutenção de substancias químicas nervosas e hormônios que regulam a memória. Outra vantagem é de ser antioxidante e conter elementos que ajudam a formar um neurotransmissor, a acetilcolina.

Acerola

Por ser rica em vitaminas C, a acerola combate às reações tóxicas que ocorrem nas células e no sistema nervoso justamente por causa do mesmo nutriente do abacate, a acetilcolina, que é importante para formar novas células.

Também auxiliar no combate às reações tóxicas e no sistema nervoso.

Amêndoa

É rica em vitamina B2, também chamada de riboflavina, que regula a glutationa, um dos maiores protetores celulares contra a ação dos radicais livres.

Já o amendoim tem a vitamina B3 (niacina), que participa da manutenção de substancias química nervosa e hormônios que regulam a memória.

Arroz

Contém vitamina B2 (riboflavina) que regula a glutationa, um dos maiores protetores celulares contra a ação dos radicais livres.

O arroz também tem magnésio, que está presente nos receptores NMDA (N-metil-D-aspártico) que existem no hipocampo, onde se dá a formação da memória.

Azeite

O azeite, apesar de nem sempre ser citado, é muito indicado conforme a opinião do neurologista André Felício, que diz que o azeite tem que ser de oliva cru ou in natura.

E ele é indicados por possui gorduras saudáveis para o cérebro que auxiliam na formação de uma capa que, praticamente, todas as células do tecido nervoso têm, a mielina.

Banana

Possuir vitamina B6, que é importante na formação de neurotransmissores. Quem come pouca banana ou não come, pode ter déficit na formação de serotonina, um neurotransmissor que fornece a sensação de bem estar.

Batata-Doce

Possui a vitamina B3 (niacina), uma participante importante da manutenção de substancias química nervosa e hormônios que regulam a memória, conforme a nutricionista Ariane Machado Pereira.

Chocolate

Agora sim, ein… Mas cuidado: o chocolate é ótimo para a memória, mas se consumido em excesso pode trazer alguns efeitos colaterais.

Então, a dica é dar preferencia aos chocolates de cor escura e que sejam consumidos em pequenas porções, o que vai fornecer antioxidantes e melhorar a memória.

Brócolis

Possui Vitamina B3 (niacina) que participa da manutenção de substâncias químicas nervosas e hormônios que regulam a memória, conforme a nutricionista Ariane Pereira.

Caju

É rico em Vitamina C e, com isso, combate às reações tóxicas que ocorrem nas células e também no sistema nervoso. É de suma importância na forma de acetilcolina.

Caqui

Faz parte do grupo das frutas vermelha-alaranjada que são ricas em antioxidante, como bioflavonóides e os carotenoides, vitamina E e Selênio, que protegem os neurônios, impedindo lesões no cérebro.

Cenoura

Possui Vitamina B3 que participa de substâncias químicas e hormônios que regulam a memória.

Pêssego

Rico em fisetina, uma substancia que estimula a formação de novas conexões neurais e da memória a longo prazo.

Leguminosas

Possuem vitamina B6, importante para a formação de neurotransmissores e quando há déficit na formação da serotonina.

Pistache

É rico em vitamina B1 (tiamina) e essencial para a transformação de glicose em energia.

Com informações do Grancursosonline, Universia, EstudaJovem

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