Tabela de Horários Gratuita para quem Estuda de Casa

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Se você tem um sonho bem grande – passar no vestibular ou em um concurso público – e tem dedicado boa parte do seu tempo para isso, saiba que temos uma tabela de horários para você usar como base.

Claro que você poderá alterá-la da forma que julgar mais interessante, a ideia aqui é apenas dar um norte, um ponto de partida para você conseguir chegar ao seu objetivo mesmo que não tenha dinheiro para fazer um cursinho preparatório.

Apesar de ser uma boa fonte de informação, o mais importante sempre vai ser a determinação e o objetivo. Afinal de contas, o mundo está cheio dessas histórias, basca procurar e se  inspirar.

E, vamos supor que você tenha acabado de perder o emprego ou, mais do que isso, talvez nem tenha tido a chance de conhecer o mercado de trabalho, então, passar em uma grande universidade ou em um concurso público pode ser a mudança de vida que você tanto almeja.

Sobre a Rotina de Estudos

Para o coordenador de um curso preparatório, Alberto Francisco de Nascimento, a primeira coisa que o aluno tem que fazer é ter um cronograma de estudos diário. “Faça uma tabela dividendo a semana e com os horários de aula, estudo e descanso”, ele diz.

Na segunda metade do artigo vamos dar um exemplo de como fazer isso.

Depois, é preciso manter essa rotina. “O ideal é que o aluno estude até as 21h45 e esteja na cama as 22 horas para que tenha um sono tranquilo e acorde bem disposto no dia seguinte, com concentração”.

Assim, listamos as principais dicas para manter a rotina dos estudos (e no final, o cronograma). Confira!

Aula Dada tem que ser Aula Estudada

A frase vale para quem frequenta o cursinho e para quem não frequenta também.

Suponhamos que você faça o cursinho de manhã. “Após as aulas é necessário que o estudante estude as matérias que teve. Não deixe nenhuma matéria para depois”, diz o coordenador.

Se você não se cadastrou em nenhum cursinho, mesmo assim terá que ter um horizonte e sabe quais temas serão cobrados na sua prova. Nesse caso, sozinho, é você quem vai selecionar os temas estudados. Logo, as aulas dadas terão que ser estudadas, da mesma forma.

Estudar Sem Exagero

Se o aluno for estudar de manhã e a tarde, então, é preciso que descanse a noite.

Alberto sugere que o aluno que vai no cursinho de manhã, comece a estudar novamente a tarde às 15 horas e mantenha-se na linha até as 19 horas. Depois disso, tem que haver o descanso de pelo menos 1 hora para ler jornais e revistas e outro momento para o jantar.

Estudo tem que ser de Segunda à Sábado

A rotina de estudos não precisa se estender até o domingo, que é um dia usado para descanso. Já o sábado tem que ser dia de revisão. Para quem faz cursinho a noite porque trabalha no outro período, aí sim, valeria levar os estudos até o final da tarde de sábado.

Fazer e Fazer e Fazer Redações

É importante que aluno tente fazer uma redação por semana, no mínimo.

“Se o estudante não está na escola ou no cursinho, peça para um amigo ou familiar ler o texto e apontar os erros e os acertos”, diz Alberto do Nascimento.

Quanto aos temas, vale usar os mesmos de provas anteriores ou escolher algum que tenha relação direta com os dias atuais – tanto vestibulares quanto concursos usam muito a atualidades como tema da redação.

Provas Antigas

Como lembrado acima, é imprescindível ter um tempo para fazer provas antigas. Para o coordenador, até 2 horas de estudos diários para isso é suficiente.

Revisão do Conteúdo

A revisão tem que ser feita periodicamente desde o início dos estudos. Porém, no último mês que antecede a prova, elas podem ser intensificadas.

Já a revisão para a segunda etapa também é válida e deve começar assim que o candidato souber o resultado a primeira etapa do processo seletivo.

Simulados da Provas

O simulado da prova tem que ser feito conforme o edital. Por exemplo: seguindo o número de questões, redação, tempo de prova, entre outros. Até o dia pode ser “simulado”.

“Além de medir o seu conhecimento e saber as principais dúvidas, como o simulado também treina a sua situação de prova”, diz Alberto.

Para quem está estudando de casa, vale a pena levar em conta que é possível baixar provas antigas de sites oficiais – uma facilidade e tanto.

Atividade Física Regular

Manter uma atividade física regular é sumamente importante.

“Aconselho que o estudante mantenha a cabeça voltada 100% para os estudos. Deixe de fazer algumas atividades extras – ballet ou música. E mantenha alguma regularmente, como caminhada ou corrida”, finaliza o especialista.

Tabela de Horários Gratuita

Lembre-se que disciplina e objetivo são fundamentais. E, além de tudo, sua tabela tem que dizer respeito à você e suas prioridades, logo, você pode alterá-la.

Reprodução: Google

7 Motivos para Acreditar que a Tecnologia está a favor da Educação

1 – Agregar Valor ao Trabalho do Professor (e não substitui-lo)

De forma geral, as pessoas acreditam que a tecnologia vai substituir o professor, o que não é verdade. Conforme o BBC, o que essa tecnologia pode fazer é ajudar os estudantes a “memorizar” tarefas, como a tabuada. “É muito mais produtivo pensar em como a tecnologia pode ajudar o trabalho do professor”.

No documento da Unesco, há um parágrafo que diz:

“Uma das imagens mais caricaturescas difundidas da tecnologia na educação representa um computador que substitui o docente, oferecendo automaticamente a informação aos estudantes. Mas isso tem levado a resultados pobres, particularmente quando a ênfase dos currículos já não está apenas nos conhecimentos, mas também nas competências”.

O ideal, portanto, é saber quais ferramentas digitais podem ser usadas pelos professores para sanar as dificuldades dos alunos durante a aprendizagem, garante Francesc Pedro, da Unesco.

Na visão de Pedro, o professor não será apenas um transmissor do saber e sim um intermediador, que vai orientar os alunos com instruções e feedback dentro de cada projeto pedagógico.

2 – Melhorar Processos

Outra ideia também é insensata é pensar que a tecnologia vai revolucionar a aula. Na verdade, ela deve ser usada para auxiliar professores e alunos a trabalhar com conteúdos mais abstratos, o que facilita o aprendizado.

Conforme recentes pesquisas, as áreas de ciências e exatas são as que melhor apresentam melhoras quando se usa a tecnologia, justamente porque fica mais fácil para o aluno visualizar os conceitos teóricos, transformar os números e as equações em gráficos.

Talvez você nunca tenha ouvido falar do Geogebra, mas esse aplicativo tem ajudado muitos professores a ensinar geometria no ensino médio. Esse fato era praticamente impensável há alguns anos atrás e hoje é uma realidade.

Um desses estudos mostrou que de 125 estudantes das 7ª e 8ª séries na Colômbia concluiu que recursos tecnológicos nesse tipo de atividade aumentaram em mais de 80% a capacidade dos estudantes de interpretar os gráficos.

3 – Tablets

Agora temos uma informação, um tanto quanto, curiosa: se você acha que os laptops e desktops são avanços tecnológicos de última geração, você está um pouco atrasado nesse pensamento. Os tablets já tomaram conta do mercado. Por quê? Porque é mais barato e mais portátil, entre outras características.

A ideia aqui não é fazer propagandas gratuitas, no entanto, vamos citar um exemplo que precisa ser compartilhado como forma de informação.

O Colégio Bandeirantes é bastante tradicional em São Paulo e lançou, já há algum tempo, um projeto-piloto de uso de tablets equipados com o Apple TV para alunos, a partir, do 6º ano. Esse método substitui as salas de informática, que precisavam angariar muitos fundos para a manutenção dos servidores e dos equipamentos.

Voltando a citar do documento da Unesco, o tablet individual será usado por todos alunos: é uma tendência de médio prazo na educação. Pedro diz que os laptops continuarão sendo úteis para diversos trabalhos e alunos carentes que ainda sofrem com o acesso à tecnologia.

4 – A Internet como um todo

Conforme comentários dos professores que estão acompanhando essa revolução tecnológica na educação, a grande questão é que os alunos ainda estão muito adaptados ao “CtrlC+CtrlV”, comandos de computador que significam copiar e colar.

“Tudo indica que de nada adianta continuar promovendo um uso da internet sem estrutura e orientação adequadas, que não evita que a maioria dos estudantes confie na primeira informação que encontre para a sua tarefa, assim como não os ajuda a evitar as distrações da própria rede”, conforme documento da Unesco.

Já para os mais otimistas, a questão gira em torno da educação, aliás, de uma nova forma de educar, na qual é preciso (re)informar sobre o uso da internet para além dos sites de buscas (Google, Yahoo) e das redes sociais (Facebook, Twitter).

Um exemplo de que isso pode dar certo é um projeto chamado GLOBE, que conecta mais de 4 mil escolas do mundo todo com cientistas. Nesse projeto, alunos conseguem coletar informações e dados ambientais das suas regiões e conseguem analisa-los, a fim de encontrar soluções efetivas.

Outro exemplo é o Padlet, que já está sendo usado por alunos da rede pública brasileira também com o foco de construir projetos online em conjunto com os professores. As experiências estimulam várias habilidades e a produção de conteúdo próprio.

5 – Conexões Reais

A tecnologia tem papel essencial no que diz respeito à conexão da sala de aula com o mundo exterior, o mundo real.

Para simplificar, citamos os Estados Unidos, onde estudantes dos anos finais do ensino fundamental criam seus próprios anuários escolares de forma totalmente digital e com um tour virtual de um museu local, mostrando-o aos novos alunos, como uma espécie de apresentação do local.

Aqui na América do Sul também há bons exemplos, como no Equador e na Colômbia.

No Equador, mais de 50 alunos usam computadores para simular a abertura de um restaurante durante as aulas, usando softwares como Excel para controlar gastos e plataformas para desenvolver um website do projeto, desenhar panfletos e outras atividades.

Já na Colômbia, em uma escola da zona rural, alunos recebem tablets para desenvolver projetos de proteção da bacia hídrica local, com analises do solo. Os aplicativos educacionais, as oportunidades representam algumas das melhores experiências dos alunos.

“Oportunidades práticas para exercitar e aplicar competências, que dão motivação e envolvem muito mais no processo de aprendizagem”, diz o relatório da Unesco.

6 – Criação, Cooperação e Interação

Conforme o texto da BBC, os estudantes aprendem mais quando conhecem novos conteúdos. E é dessa forma que atua o Knowledge Forum, em escolas que criam e debatem em bases de dados determinados assuntos.

No Chile, há um projeto parecido, para alunos do 4º ano do ensino fundamental, que participam de projetos interdisciplinares de línguas e artes, com o objetivo de valorizar os povos nativos.

7 – Novas Formas de Avaliar

“O melhor é buscar tarefas que estimulem a relação com o conteúdo e a reflexão – dos desafios maiores a alunos que estão armados de mais tecnologia”, disse Pedro.

“Apesar de usarem seus celulares o dia inteiro, eles usam para as tarefas que lhe interessam, não necessariamente para o seu desenvolvimento intelectual. Países como o Chile já fazem avaliações do grau de competência digital dos estudantes”.

Com informações da abril

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