Usar a Internet para estudar para Concurso Público – 20 passos simples e seguros

O acesso à internet não é fiscalizado por nenhum órgão. Mas, todo estudante precisa desse meio de comunicação para estudar – ainda que seja em menor quantidade. Então, o que fazer para estudar para concurso público na internet? Temos as melhores dicas!

As páginas de redes sociais é uma realidade na vida de quase todos concurseiros.

Só que, diferente do que diz o senso comum, apesar desse meio de entretenimento, há também informações úteis que devem ser usadas pelos estudantes!

Para quem está investindo tempo e esforço em estudos… Há um bom lugar nas redes sociais, principalmente em páginas e grupos relacionados à atualidades, informáticas, português e o próprio tema do concurso público.

Logo, a rede social é sim (ou melhor, pode ser) um ambiente virtual de aprendizagem – tão importante quanto os outros.

Atenção com as distrações

“Abro as minhas contas nas redes sociais com o fixo objetivo de estudar, mas acabo envolvida com o turbilhão de novidades que são apresentadas em meu mural. Logo, acabo esquecendo de ler as páginas que tratam sobre os concursos públicos e que dão dicas de estudo”.

A frase acima é da estudante Manoela Oliveira… Mas, poderia ser de qualquer um. Afinal, quem nunca se distraiu com aquela fofoca do site de entretenimento ou com a notícia bombástica do site de notícias? Fotos então… Costumam ser o maiores atrativos.

“Tudo em demasia deixa de ser saudável, gerando danos em todas as áreas da vida. Com os concurseiros, os malefícios de trocar horas de estudo por horas de navegação em redes sociais é sempre contar com uma amarga reprovação”, garante a psicóloga Patrícia Boaventura.

“Ao estar sujeito a diferentes estímulos, a concentração e assimilação de um conteúdo são prejudicadas. Ou seja, se o adolescente estuda, fala no celular e fica conectado à internet ao mesmo tempo a probabilidade de perder o foco é grande”, diz Thereza Bianchi, psicopedagoga.

20 passos simples e seguros para usar a internet nos estudos

Por outro lado, quem sabe usar a rede social de forma assertiva sai na frente dos concorrentes.

Diego Oliveira é outro estudante de concurso que faz isso, só que da forma certa. Ele definiu um tempo de 30 minutos para acessar as páginas de diversão todos os dias.

“Quem se prepara para um concurso concorrido não pode deixar levar por frivolidades do cotidiano. É preciso focar mesmo até ser fominha de livros e apostilas”, garante.

1 – Defina o tempo para pesquisas

No começo, sem conhecer os melhores sites, todo estudante fica meio perdido na navegação online. Porém, isso significa tempo – e a perda dele.

O ideal é ter definido um tempo exclusivo para a pesquisa feita na internet – com o tempo, você já saberá onde estão as melhores informações.

2 – Salve os seus sites favoritos

Conforme for encontrando os melhores sites para estudar, vá salvando nos seus favoritos – isso facilita a futura navegação.

Separe, inclusive, por tipo: sites informativos, cursos, artigos, grupos de rede social.

Todos são importantes na busca pelo melhor estudo – enquanto uns demonstram a teoria, outros te informam sobre a atualidade e demonstra debates sócio-politico-econômicos.

Entre esses sites, podem estar nomes como TV Justiça, Gramática Online, Brasil Escola, entre outros.

3 – Encontre os Aulões Gratuitos

Sempre que um edital é publicado, vários professores ou veículos fazem os aulões gratuitos sob análise de tal documento – você pode usar isso a seu favor.

5 – Pesquise antes de comprar

Como tudo na vida, você vai precisar pesquisar antes de comprar.

Observe o que foi muito reclamado e quais foram essas reclamações na hora de adquirir um material, curso, produto, consultoria.

Isso te ajuda e evitar decepções e prejuízos.

6 – Faça o logout

Depois de acessar um site que precisou fazer o login, quando for sair, faça o logout.

Toda conta eletrônica é passível de serviços online e isso é uma bela de uma exposição.

O logout garante, muitas vezes, que você realmente foi deslogado – e que suas senhas não ficarão salvas naquele domínio.

Isso é importante por vários motivos, um deles é o fato de que se seu computador for hackeado, as informações não estarão livres para o ladrão digital.

7 – Crie senhas difíceis

Não use senhas fáceis com apenas alguns números e evite o clichê (número de telefone, número da placa do carro, da casa, do apartamento, da data de nascimento).

A preferência deve ser algo que misture letras e números – e, quando possível, símbolos.

Outra dica é não guardar as senhas em documentos que ficam salvos no seu computador, como em arquivos de word ou outros programas.

Além disso, não use a mesma senha para vários sites.

Sobre as senhas, vale também a dica de mudar ela periodicamente.

8 – Opte pelos navegadores atuais

Os navegadores da internet atuais garantem as novas tecnologias e os recursos de segurança também. Isso é bom para você que acessa páginas, muitas vezes, desconhecidas.

As novas versões, normalmente, contam com correções contra falhas de segurança.

Uma dica, para não pecar pela falta de memória, é usar softwares que fazem a atualização automática.

9 – Evite downloads de lugares desconhecidos

Dependendo do que você estiver estudando, pode ser que o site peça para fazer o download de algum arquivo ou programa – a dica é ficar muito atento a isso.

Verifique se o arquivo possui características estranhas (como extensões .exe), tamanhos pequenos demais ou descrições diferentes – as pragas digitais estão em todo tipo (áudio, vídeo, texto, aplicativos).

A dica é examinar o arquivo baixado com um antivírus.

Reprodução: Google

10 – Cuidado com as conversas digitais

Atualmente existem muitos sites e programas que permitem as conversas online e digitais, como o Windows Live Messenger, Google Talk, AIM, Yahoo Messenger, Facebook Messenger, etc.

Quando você pega algum vírus, eles podem mandar mensagens automáticas para todas as suas conversas – e seus amigos não vão saber que se trata de um vírus, podendo clicar no arquivo e ficar infectado também.

Por isso é importante sempre deslogar de tudo, usar páginas confiáveis e um bom antivírus.

11 – Os e-mails falsos

São como os bilhetes premiados – antigos, falsos, mas muita gente ainda acredita.

Quando você faz o cadastro em um site, muitas vezes, é preciso inserir o e-mail para confirmação. Alguns minutos depois, você recebe vários e-mails, só que nem todos é do site que você estava.

Há mensagens de todo tipo – dizendo que você ganhou prêmios, com uma suposta notícia importante e falsa, com intimações judiciais… Entre outras.

O recado é não abrir nada dentro dessa mensagem e excluir imediatamente.

A dica também é especial para os anexos do e-mail, que nunca devem ser abertos.

12 – Sites duvidosos

Nessa busca constante pelas notícias e cursos, você vai cair em muitos sites duvidosos… Neste caso, feche tudo e abra outra página.

Eles contêm scripts que são capazes de explorar falhas do navegador e hackear suas informações. Só continue nele quando houver certeza de estar em algo seguro.

13 – Mantenha o antivírus atualizado

As pessoas não dão a devida atenção ao antivírus até que seja infectado.

Esses programas (mesmo os gratuitos) foram criados para te proteger, por isso, não há porque não usá-los.

E, além do mais, eles precisam ser atualizados, ainda que sejam com configurações automáticas. Verifique os arquivos para baixar diretamente dos desenvolvedores do software e evite baixar arquivos incorretos.

A atualização vale também para o seu sistema operacional – esses updates habilitam novas funções para te proteger também.

14 – Nunca revele informações pessoais

Na internet, usa-se nome e e-mail, apenas. Tudo que for além disso deve ser desconfiado.

Se o site exigir seu número de documento, número do cartão, etc… Melhor buscar informações em outro lugar – há algo errado. Evite divulgar, ate mesmo, seu número de telefone.

15 – Aproveite a flexibilidade

O tempo é um dos fatores que mais pesam na vida de um estudante. Logo, a internet é uma opção totalmente viável porque permite a flexibilidade – tanto de custos quanto de tempo.

Nesse caso, ele pode escolher o melhor horário para estudar, sem precisar ficar preso a um horário especifico. Isso torna possível, por exemplo, a conciliação com o trabalho.

16 – O Ritmo de Estudo

Outra vantagem da internet é que ela permite o estudante manter um ritmo de estudos.

Se você tem mais dificuldade na matéria A, pode ficar mais tempo nela, antes de ir para a B. Em uma sala de aula, isso seria praticamente impossível de ser feito.

O mesmo vale para a pesquisa de temas que são desconhecidos. Se você precisa saber de multiplicação, mas não tem noção de adição, vale pesquisar isso rapidamente.

17 – A internet e a concentração

As pessoas costumam acreditar que a internet tira a concentração do aluno – e isso é verdade. Se ele ficar entrando em redes sociais, é claro que isso vai acontecer, afinal esse é mundo cheio de distrações.

Por outro lado, se ele tiver foco e um objetivo bem definido no que vai aprender, a internet pode ter efeito contrário e sugar a concentração dele.

Enquanto em uma sala de aula ele poderia ficar disperso em meio as conversas, em casa pode centralizar seu pensamento nos estudos.

A grande questão é como o aluno lida com o estudo a distância, de casa, pela internet.

18 – Disponibilidade de materiais

A internet é muita vasta em termos de informações. Logo, se o concurseiro achar que uma teoria está muito complexa, pode procurar outras formas de aprender sobre o mesmo tema.

19 – Planejamento de Estudo

Se você vai usar a internet para estudar, tenha um planejamento. Mesmo que a sua maior parte do estudo seja nos livros físicos, o tempo na internet deve ser medido e muito bem aproveitado.

Entenda que o seu cérebro precisa também de um tempo para memorizar o conteúdo. Estude por 45 minutos e descanse 15 minutos.

Essa é uma técnica que tende a dar certo. E, descansar 15 minutos significa sair do computador e não ficar navegando nas redes sociais, ok?

20 – Técnicas de Memorização

Mesmo que você esteja na internet, pode usar as técnicas de memorização que vão auxiliar e otimizar o seu aprendizado.

Por exemplo, enquanto assiste a uma video aula, pode anotar breves informações em um pedaço de papel. Com essa informação, faça riscos e rabiscos, adicionando outros pontos importantes. No final, você tem um mapa mental feito.

E isso é ótimo para te ajudar a guardar o conteúdo.

Da sala de aula para a internet

Paulo Valim é um professor goiano e exemplo, entre tantos milhares, de professor que saiu da sala de aula para ir para a internet. Ele deixou o cursinho em São Paulo para gravar vídeos para o seu canal do Youtube – hoje são mais de 430 mil inscritos e 31 milhões de visualizações.

Ele diz que a maioria dos alunos que acessa esses conteúdos online usa a internet apenas como complemento dos estudos – especialmente nas vésperas das provas.

Para o professor, as vantagens desse tipo de estudo têm a ver exatamente com a economia de tempo no trânsito, especialmente nas grandes cidades – isso possibilita organizar o tempo disponível e ter economia financeira.

Porém, ele alerta para a importância da organização para os estudos feitos neste tipo de modalidade.

“Se não tiver disciplina, não rola. Você tem que se policiar para não ficar na cama mais 30 minutinhos e depois mais 30 minutinhos e perder um dia de estudos. Tem que ter um plano de estudos e segui-lo religiosamente”, afirma.

“Ter horário para começar e horário para parar os estudos e manter uma rotina saudável”, garante Valim – que é do site Edu do Brasil.

Mick Xavier também seguiu esse caminho. Ele comenta que é preciso observar a qualidade do conteúdo, do comunicador e das páginas – “para não trocar gato por lebre”.

“Em geral, os alunos se deixam levar pela fama e popularidade dos professores em canais na internet, e às vezes não sabem a procedência e a formação do professor”, afirma.

Xavier tem um canal onde dá dicas de matemática.

“A possibilidade de atingir alunos de diversas partes do Brasil e do mundo é algo fascinante. Além disso, com as aulas online você trabalha com alunos que estão realmente interessados em aprender”, disse.

Bônus – Como Estudar com Videoaulas?

Obviamente que são dicas que podem ser usadas durante todo o estudo, mas que são voltadas, principalmente, para aquelas pessoas que optam por fazer isso sozinho, sem que esteja inserido em uma sala de aula.

Muitas pessoas acham, por exemplo, que ver vídeos em alta velocidade pode ser mais proveitoso por conseguir manter o poder de concentração, mas isso não aumenta a capacidade de aprendizado, infelizmente.

As videosaulas são ferramentas importantes sim. São dinâmicas e tem suas vantagens especificas, as quais vamos citar no decorrer do artigo.

Mas, para conseguir a aprovação, o aluno tem que saber onde quer chegar e conhecer os esforços que serão necessários para tal.

“O diferencial das aulas presenciais é o contato direto com o professor e os colegas. É um evento social. O Mas em termos de didática e aprofundamento de conteúdo, as videoaulas não perdem em nada para as convencionais”, afirma o coach de concursos públicos, Alessandro Marques.

Atenção às Distrações

Essa, com certeza, é a maior distração desse tipo de aprendizado.

Quando estuda em casa, por exemplo, o estudante sofre com todas as prováveis distrações: campainha tocando, telefone também, televisão ligada, cachorro latindo no vizinho, chuva, sol demais, rádio, música, almoço…

É uma infinidade de possíveis distrações.

Quando ele vai assistir um vídeo, acontece praticamente o mesmo. E mesmo que isso não aconteça em casa, pode ser na biblioteca da escola, no escritório da empresa ou qualquer outro lugar – sempre há distrações.

Depois, que tem outros itens que são ainda mais difíceis de conseguir controlar, mas que também são simplesmente distrações.

O celular bipa, a página do Facebook aberta na janela ao lado aciona ou a janela do Skype fica piscando. Isso já é suficiente para tirar a concentração do estudante.

Se você optou por estudar através de videoaula, então, vai precisar treinar muito o seu foco e a sua concentração para com o estudo.

Aprenda a dizer não, a fechar as abas, a desligar o celular, a esquecer do mundo, se for preciso.

Tente compreender que da mesma forma que, na sala de aula, um professor não vai permitir conversas ou distrações, em casa deve acontecer o mesmo.

Tem que ser uma regra, porém, só você pode ser o próprio supervisor para se policiar para que as distrações não apareçam no seu caminho.

“Monte um roteiro. Escreva em um papel quantas horas você terá para se dedicar aos estudos a cada dia da semana. Compartilhe esses horários com as pessoas próximas, para que elas não lhe interrompam. Desligue os celulares e esqueça as redes sociais. Foco é a palavra-chave”, diz o especialista.

Assista Sem Pressa de Acabar

Sim, sabemos que se você optou por estudar com vídeos é porque o tempo está escasso. No entanto, isso não é desculpa para querer ver o vídeo “correndo”, ou seja, rapidamente até que se chegue ao fim.

Aqui, vale muito aquela máxima que diz que no estudo a qualidade sempre vai ser mais importante do que a quantidade. Ou seja, você não vai passar no concurso público se assistir 100 vídeos, mas pode ter êxito se assistir 50 de forma bem feita.

O objetivo da videoaula tem que ser o aprendizado. Logo, você está fazendo isso para aprender e não para competir quem assisti mais ou mais rapidamente.

Aliás, vale um adendo: esse tipo de aula é interessante justamente por ter uma didática muito mais flexível, que permite ao aluno pausar a explicação e procurar possíveis dúvidas ou inquietações, de modo a facilitar a compreensão.

Assim sendo, nada de pressa quando for assistir as videoaulas para não pecar no aprendizado do conteúdo. Só passe adiante quando já souber, verdadeiramente, o conteúdo ensinado.

“Não tenha pressa em avançar no conteúdo. Uma das vantagens dessas ferramentas é a possibilidade de pausar a explicação do professor e voltar o vídeo até que você entenda o que está sendo dito”.

Play e Stop

Já falamos um pouco disso, mas é importante reforçar. Nessa opção de estudo, o aluno tem a opção de dar o “play” ou dar o “stop” nas explicações.

Isso é ótimo porque possibilita a anotação de informações importantes que poderá ser usadas para compor um mapa mental, por exemplo.

“Separe cadernos para cada matéria que você precisa estudar e faça anotações durante as videoaulas. Elas vão facilitar as revisões de conteúdo”.

  • Não entendeu? Pause e volte alguns minutos atrás e ouça novamente.
  • Ouviu algo de efeito? Anote.
  • Não entendeu uma palavra? Pause e busque a definição mais adequada.

Essa possibilidade de fazer anotações, pausar e reiniciar é que é o grande diferencial, então, use-a.

Anotar é importante porque dá para fazer várias coisas com isso: revisão, resumo e mapas mentais. Esse hábito tem que fazer parte da vida de qualquer concurseiro ou vestibulando. Afinal, é um bom hábito.

Por fim, vale a dica de sempre usar as próprias palavras para escrever, mostrando a si mesmo que entendeu o assunto e não copiar exatamente o que o professor disse. Esse exercício estimula o cérebro realmente a fim de captar e compreender as informações.

Assista Novamente

Um erro comum é achar que um vídeo assistido não pode ser visto novamente simplesmente para que não haja a perca de tempo. Pensamento falho.

Se você está iniciando o seu contato com a matéria, não só pode como deve assistir o conteúdo novamente.

Com certeza, dessa nova vez, você vai aprender bem mais do que havia aprendido na primeira ocasião. Vai conseguir encontrar pensamentos que até então não tinha tido. Ou, no mínimo, vai ter uma nova visão sobre o conteúdo passado.

Essa, por sinal, também é outra grande vantagem da vídeoaula, assistir quantas vezes forem necessárias e quando você bem entender. Se é uma vantagem, pode ser usada como diferencial.

No caso das aulas físicas e presenciais, por melhor que o professor seja, não é sempre que ele vai conseguir ensinar do mesmo dia. Sempre tem dias que ele acorda mal humorado ou sem inspiração para passar o conteúdo. No caso do vídeo, a aula sempre será a mesma.

O especialista também recomenda usar materiais escritos, além das aulas:

“Após as aulas, tenha contato com o material escrito para um aprofundamento dos estudos, já que os vídeos apresentam uma introdução básica dos assuntos. Faça exercícios para fixar o conteúdo visto”.

Há quem diga que todo vídeo, que faz parte do material de estudo, tem que ser assistido, pelo menos, 2 vezes para que a memorização comece a funcionar realmente.

Isso se baseia na informação de que o cérebro humano precisa de repetição para que haja a memorização, ou então, 70% do conteúdo poderá ser esquecido com o tempo.

Tenha um Plano de Estudos

Começar assistindo qualquer disciplina, pular para outro tema, fazer exercícios de um terceiro… Isso tudo é bagunçado demais para quem quer ter sucesso no dia da prova.

Como todo estudo, seja à distância ou presencial, o aluno precisa ser organizado e ter um plano de estudos.

Considere que essa forma de aprender faz parte do seu plano.

Siga o que está descrito no plano quanto às disciplinas, aos horários de estudos, ao local de estudo, aos temas, às revisões, resumos, exercícios, simulados. Tudo.

Estudar por vídeoaulas é apenas uma forma de estudo e não vai te gerar resultados positivos se você não fizer por merecer. Nunca esqueça que foco e concentração são fundamentais, mas a determinação e a garra são imprescindíveis para o sucesso.

“Se você é um concurseiro iniciante, procure organizar seu tempo para estudar, em média, duas matérias durante a semana. Isso vai fazer com que seja possível dedicar uma carga horária maior para cada uma”, dizem os especialistas.

Eles também recomendam uma média de estudo semanal: “Vinte horas de dedicação semanais é o mínimo recomendado para quem deseja passar em concursos”.

Com informações do G1, concursos no Brasil, Istoé