15 dicas épicas para estudar inglês para concurso público

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O inglês é uma língua inglesa que se instalou em todo mundo. Na prática, sabemos que as escolas já o incluíram nas suas grades curriculares. Mas, será que há maneiras diferentes de estudar inglês para concursos públicos?

Neste artigo vamos mostrar que sim – e não que a linguagem seja diferente, mas há macetes e dicas que devem ser consideradas por quem vai prestar uma prova como essa. Até mesmo a banca examinadora influencia na forma de estudar inglês.

O que saber sobre estudar inglês para concurso público

Geralmente, o inglês para concurso público não tem como principio o speaking (ou seja a pronúncia e a fala). Esse já é um ponto a ser considerado.

Mas, por outro lado, é preciso saber muito bem as questões e o contexto dos textos a fim de descobrir a resposta certa.

Também de maneira geral, a maior dificuldade dos estudantes de concurso público é quanto ao vocabulário, que é muito técnico e formal. Algumas palavras usadas na prova não são comuns no dia a dia – e isso dificulta muito.

E, acredite você: estudar inglês para concurso é importante porque se o aluno for bem em todas as disciplinas, exceto o inglês, vai perder pontos importantes que podem lhe custar a vaga.

Imagine deixar de conseguir realizar o sonho de ser um servidor público porque não estudou corretamente a língua inglesa… Logo, estudar inglês é importante!

Independente da pontuação que vale a língua estrangeira, é importante o candidato estar preparado. Por mais pontos ou menos pontos, ela é decisiva no resultado geral.

“O inglês de conversa e de viagem não adianta para quem vai prestar uma prova de concurso. Ver filme sem a legenda também não é se preparar para um concurso, apesar de muitos acharem que isso basta”, diz Mariana Lima, do Instituto de Desenvolvimento e Estudos do Governo (Ideg).

A especialista afirmou isso ao comentar sobre a inclusão do idioma em vários concursos públicos nacionais. Aliás, atualmente, quase todas as provas contém a língua estrangeira, assim como Enem.

Para se ter uma ideia, o Concurso do Ministério e Comércio do Exterior (Mdic) desde 2012 exige não apenas a língua inglesa, como também a espanhola e a francesa.

Já o Concurso do BNDES tem aumentado, gradativamente, o peso da língua estrangeira, sendo que em 2001 os pontos dessas questões valem apenas 5 no total e hoje valem mais do que 10.

Como dito, até mesmo para os Concursos do Governo e não apenas particular, a exigência tem crescido.

“Já que a exigência do nível de inglês aumentou para todos os outros funcionários, é razoável que a cobrança seja maior na área da diplomacia”.

Opinião que é compartilhada pele Alexandre Lopes, do Curso Maxx, que diz que “há mais concursos sendo feitos por agências reguladoras também, que têm cargos técnicos que exigem domínio de idiomas, assim como mais incidência de seleções para estatais”.

“O domínio da língua inglesa, mais do que um diferencial, é uma exigência no mercado de trabalho, principalmente quando nós consideramos cargos mais altos dentro da hierarquia da empresa”, afirma Sérgio Monteiro, gerente da escola de inglês CNA.

Em 2014, o Banco do Brasil também voltou a cobrar a língua inglesa, que não era exigida desde 2003.

A mudança passou a fazer parte de uma nova configuração e a prova passou a ter conhecimentos básicos, língua portuguesa, matemática, raciocínio lógico.

Além dos conhecimentos específicos, com as questões de inglês e conhecimentos bancários, entre outros.

“Independente se o funcionário for atuar no Brasil ou no Exterior, o conhecimento de inglês é necessário dado a atuação global do Banco do Brasil”, afirmou, na época, Carlos Netto, diretor de gestão de pessoas.

Para o executivo, a cobrança do idioma é uma forma de a banco sinalizar o que espera dos candidatos.

15 dicas importantes para se dar bem na prova de inglês

Existem algumas recomendações para estudar corretamente o inglês para concurso. Confira!

1 – Interpretação de texto

Esse é o passo número 1 para se dar bem no inglês.

Para interpretar um texto, porém, você vai precisar conhecer o mínimo do vocabulário.

E isso não tem a ver apenas com conhecer palavras novas, mas em lembrar aquelas que você já aprendeu – isso tem a ver, por sua vez, com as técnicas de memorização.

Para isso, as pessoas costumam aprender, inicialmente, os cognatos, que nada mais são do que palavras que se assemelham entre o português e o inglês.

Por exemplo, human é humano, assim como important é importante e positive é positivo. Assim por diante.

No entanto, ao mesmo tempo em que existem cognatos verdadeiros, existem também os falsos cognatos, que confundem muito os estudantes.

Neste caso, podemos citar call como sendo telefonar, come sendo entrar e fill sendo preencher.

2 – Uso de palavras conhecidas

Uma boa dica aos estudantes é reconhecer (e saber o significado) daquelas palavras que já são habituais no dia a dia, mesmo que são estrangeiras.

Shopping-center, marketing, office-boy, break, travel, outdoor e por aí vai.

Mesmo que não são considerados cognatos, esses vocábulos podem ser usados para interpretar o texto da prova, afinal, você já tem familiaridade com elas.

3 – Para aprender novas palavras, escreva-as

Uma das técnicas de memorização tem a ver com repetir a palavra durante a escrita. Isso porque, dessa forma, o cérebro é forçado a trabalhar várias vezes com a mesma palavra.

A recomendação é montar um glossário pessoal em um caderno separado e repetir a palavra com a sua tradução diariamente. E, logicamente, ir adicionando novas palavras com o tempo.

Os especialistas da memória afirmam que é possível aprender 5 novas palavras diariamente. Se você está em um nível avançado, pode escrever frases inteiras ao invés de palavras.

4 – Cuidado com as pegadinhas

Como toda prova de concurso público, a disciplina de inglês também tem suas próprias pegadinhas. Portanto, faça uma breve análise.

– antes de iniciar a leitura, faça uma identificação visual do texto, buscando elementos que passem a ideia principal da história,

– após a identificação, procure fonte, autor e ano em que foi escrito – isso ajuda na temporização da história,

– não se prenda a palavras que você não sabe o que significa, continue lendo e entenda o significado conforme o contexto,

– procure palavras conhecidas no texto e circule-as,

– tome cuidado com os falsos cognatos,

– busque expressões que indiquem tempo, como in the past, will, future, never,

– leia com calma o enunciado da questão e faça referências com as outras partes do texto.

5 – conheça a banca examinadora

Tão importante quanto ler o edital é conhecer a banca que vai examinar a prova.

Elas tem artimanhas bastante características e entre as principais estão: FGV, ESAF, CESPE, Cesgranrio e FCC.

Elas oferecem tipos de provas diferentes e, portanto, a preparação também é diferente.

Busque na internet questões de provas anteriores – essa é uma das melhores formas de estudar uma banca e vai te ajudar a entender os  assuntos preferidos dela.

Até o formato das questões e o tipo de texto pode ser conhecido com essas provas anteriores.

6 – treine o vocabulário e escreva muito

Já demos essa dica acima – treine o vocabulário para estar preparado para o dia da prova.

A saída para alavancar seus estudos é buscar conhecer a maior quantidade possível de palavras e lembrar aquelas que você já sabe.

Lembre dos cognatos, dos falsos cognatos, verbos e assim por diante. Isso tudo facilita.

7 – conheça os termos técnicos

Dependendo do concurso e da vaga que você deseja, haverá muitos termos técnicos presentes na prova de inglês.

Portanto, observe os temas mais solicitados em provas anteriores.

No concurso da Petrobras, por exemplo, esteja atento a nomes como pré-sal ou prospecção de petróleo. Para a Receita Federal, atente-se a palavras da economia ou de tributos.

8 – habitue-se a ler textos em inglês para concursos

Com o vocabulário aumentando a cada tempo, procure ler mais textos em inglês para situar novas palavras em situações do cotidiano.

Praticar a leitura também vai te ajudar a se familiarizar com a complexidade do outro idioma. Isso te ajuda a evitar o nervosismo, quando se deparar com um texto muito grande ou com muitas palavras desconhecidas.

9 – filmes e séries ajudam e muito

Na hora do seu lazer, entre os estudos, vale a pena apostar em filmes e séries na língua inglesa. Vale fazer o mesmo com a música.

O ideal é tirar a dublagem e trabalhar apenas com a legenda. Ao ouvir a expressão e entender o seu significado, você fortalece seu conhecimento.

10 – organização do estudo

Da mesma forma que você organiza sua geladeira entre os legumes, as frutas e as verduras; o ideal é que também seja organizado com seu estudo – quando e com qual intensidade vai estudar o inglês?

Para se concentrar melhor nos estudos é fundamental ter um espaço adequado, silencioso, iluminado e agradável.

Esse é só um exemplo das ferramentas que podem permitir que você se dedique mais aos estudos e de forma efetiva.

11 – o planejamento do estudo do inglês

Liste as suas atividades e o seu tempo para se dedicar ao inglês.

Se achar que vai ficar sobrecarregado, melhor estabelecer as prioridades.

12 – pense como uma criança

Alguns professores de inglês contam que nem sempre é preciso entender a tradução exata da palavra, mesmo porque no começo você vai errar. O ideal é entender que a prática deve ajustar a pronúncia e a gramática.

O importante é praticar! E é isso que as crianças fazem: aposte em livros, filmes, programas de TV, filmes e etc.

Lembre-se que tudo começa com um vocabulário básico.

13 – viva o inglês

Programe o seu smartphone, seu computador e tudo mais que for eletrônico para o inglês.

Isso vai facilitar o seu entendimento sobre a língua inglesa. Especialmente nas palavras mais usadas no dia a dia.

Para se ter uma ideia, até o GPS pode ser programado e você vai aprender termos como ruas, avenidas, números… Tudo em inglês.

14 – pegue gosto pelo inglês

Há muitas pesquisas que mostram que quem estuda forçado, sem querer, sem entusiasmo, motivação… Acaba não aprendendo tudo que poderia.

Se você pegar gosto pelo idioma, vai ter um aprendizado mais dinâmico, mais rápido.

15 – plano de estudos

Um plano de estudos vai ajudar os estudantes a se organizar de forma geral com o inglês.

Porque não adianta estudar só gramática e não saber nada de interpretação de texto.

A memória humana, quando aprende algo, precisa ser lembrada sobre isso. É fundamental ter em mente que estudar frequentemente é importante e de forma efetiva também.

Como Aprender Inglês mais Rápido

Se você é um daqueles que candidatos que “comeu bronha” e não estudou tudo e como deveria durante o período que podia e agora está prestes a prestar a prova final, saiba que existem alguns métodos que podem te ajudar a aprender Inglês mais Rápido.

As dicas são recomendadas pela Rosangela Souza, que é sócia-diretora da Companhia de Idiomas e da ProfCerto.

Ela comenta que independente do método utilizado, da escola ou do professor que estão a frente do tema, é possível acelerar o aprendizado com alguns métodos. Um desses conceitos implica sobre aprender fazendo perguntas.

“Exercitar a capacidade de fazer perguntas é uma ótima técnica para aprender, pois você sai da posição de ouvinte e interage com o conteúdo”.

Então, pensando nisso, o ideal é que, mesmo em estudos à distância, o candidato interrogue sobre aquilo que tem dúvidas.

Essa dúvida pode ser compartilhada na internet ou com um amigo que “manja” muito da língua estrangeira.

Outro ponto é que aprendemos quando enxergamos significado.

“O seu cérebro precisa encontrar um porquê para dar comandos à memória e criar o hábito de aprender. Então, responda para você mesmo, com sinceridade: por que você estuda inglês”?

Segundo a especialista, é fácil encontrar desculpas para não investir em inglês, tais como a falta de tempo e dinheiro.

Porém, “se a sua empresa disser que você precisa aprender inglês em 6 meses para tornar-se um líder da companhia”, então, você arrumará tempo. “Estabeleça metas, identifique como, onde e porquês”, ela diz.

O aprofundamento também é essencial para a retenção do conteúdo porque vai além do que é superficial e, logo, a informação não passará esquecida ao final do dia.

“Quando aprender uma nova palavra, crie uma pequena história, integre o aprendizado com outros contextos. Aplique a informação. Uma ideia é ensinar outra pessoa sobre o que acabou de aprender”, recomenda Rosangela.

Técnicas para Memorizar Conteúdos

Comprovadamente, existem técnicas que podem aperfeiçoar a memória humana e torna-la tão boa quanto à de um campeão de memorização, como Renato Alves.

A afirmação é da revista científica Neuron – “existem métodos que quando praticados constantemente pode trazer ótimos resultados neurológicos”.

A arte e a ciência de memorizar tudo é um livro escrito pelo jornalista americano Joshua Foer. Ele decidiu exercitar a sua memória através de uma técnica muito conhecida: palácio da memória, que consiste em visualizar um local que se conhece e colocar uma imagem visual nele.

Foi dessa forma que, em 2006, Foer foi o campeão de memória nos Estados Unidos em um campeonato de memorização.

Antes dele, aqui no Brasil, Renato Alves também levou um troféu para casa, ao se tornar o 1º brasileiro campeão da memória no Guiness Book Nacional. Renato também usou algumas técnicas para conseguir memorizar números e frases.

Atualmente, Renato se dedica a palestrar e escrever livros sobre o estudo da memória. Por exemplo, será que as técnicas de memorização devem ser usadas apenas para vencer campeonatos e rankings?

E se elas forem usadas para te ajudar a passar em um concurso público ou no vestibular?

A memorização não é o mesmo que decorar um conteúdo. Na memorização, cria-se técnicas que vão te ajudar a lembrar de algum indicio de um assunto, no qual, a partir dele, você vai pode lembrar todo o contexto.

Se você quer saber um pouco mais sobre as técnicas de memorização e quer entender como elas podem te ajudar a ir bem a qualquer prova, conheça a figura pública do Renato Alves. Ela é uma pessoa que tem ensinamentos didáticos e acessíveis. Leia uma breve biografia.

Biografia – Renato Alves

“A aprendizagem está ligada à aquisição de novos conhecimentos, já a memória fica responsável pela retenção e recuperação desses conhecimentos aprendidos”, garantiu o neurologista José Augusto Lemos.

“Para obter sucesso quando se estuda é necessário transformar todo o conteúdo em memória, para isso, existem técnicas que podem ajudar nesse objetivo”.

Confira as dicas abaixo!

Compartilhar Informações

Um dos métodos mais famosos e aconselháveis de conseguir memorizar conteúdos é compartilhando informações. Como? Ensinando e tirando dúvidas de outras pessoas.

Quanto mais você conversa e entende as dificuldades de outros alunos, mais você consegue visualizar as questões, os temas, as áreas e isso é importante para fixar normas, cálculos e todas as outras informações.

Criar Tópicos

Gastar blocos e blocos de tempos em tempos para anotar mais coisas e mais assuntos é um das habilidades das pessoas que estão focadas em memorizar conteúdos descritos em editais.

Para os especialistas, isso ajuda o estudante a aprender sobre uma maior variedade de assuntos ao invés de concentrar todo período de estudo em um único tópico.

Para o cérebro, isto é ótimo porque faz com que ele trabalhe de forma mais intensa, reforçando a memória.

Fontes de Caracteres Diferentes

É isso mesmo – está comprovado pelas pesquisas cientificas – fontes diferentes também podem aprimorar a capacidade de memorização porque as tipografias complicadas (ou diferentes) exigem maior atenção do leitor.

Quanto mais atenção, maior o grau de precisão e concentração. O esforço é capaz de facilitar o armazenamento das informações lidas.

“Este tipo de técnica ajuda também nas associações. Uma tipografia diferente auxilia o cérebro na hora de relembrar o assunto que foi estudado”.

Apostar em Resumos

Uma das estratégias mais simples é fazer resumo e isso é considerado uma “chatice” por muitos candidatos já que no ensino médio os professores pediam tais tarefas.

Mas, acredite! Para a memória, fazer resumos é ótimo.

Pode até parecer simples, porém, a técnica funciona como espécie de um treino para a memória – “quando transcreve o que foi compreendido, o estudante aumenta sua capacidade de armazenar informações”.

Os resumos também são estimulantes “naturais” para a síntese e a interpretação de texto. Fica a Dica!

Foco

Quando gostamos do assunto ou, no mínimo, temos interesse nele, a memorização fica mais fácil. É óbvio! Então, claro que você não tem que gostar de tudo que estuda, mas saiba diferenciar aquilo que gosta do que não gosta e otimize seu tempo.

Tente sempre achar um enfoque prazeroso, mesmo nas áreas mais difíceis, apele para o seu gosto pessoal.

Concentração

Como visto na maioria dos aplicativos acima, a Concentração é fundamental para o treino da memória e não só, afinal, na hora do estudo, qualquer coisa pode, mesmo que parece insignificante, pode tirar a sua atenção.

Então, a concentração tem que ser trabalhada. Para isso, deixe o celular longo, nesse momento. Fique no seu local de estudo e foque no objetivo!

“O estresse e a ansiedade podem interferir na concentração, por isso é importante encontrar tempo para alguma atividade de relaxamento”.

Experiência Marcante

Essa é uma dica de ouro porque pouquíssimas pessoas sabem! E o resultado é, também, de uma pesquisa, só que publicado na revista Nature, que mostrou que acontecimentos interessantes (marcantes) podem desencadear a liberação de dopamina, então, esse é o melhor momento para estudar.

O resultado é que “Estudar após viver uma experiência marcante ajuda na memorização”.

A Tecnologia ajuda ou atrapalha a memorização

Os tablets e os smartphones possuem aplicativos de jogos e gráficos que podem ser positivos para o processo de raciocínio lógico e memorização – no entanto, as distrações das redes sociais podem tornar inviáveis essas tecnologias.

O ideal, portanto, é usar tais apps de forma correta e sem que isso se torne um vício.

Com informações do estudarparaconcurso, cursoestudomemorizacao

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