Vícios de Linguagem e Figuras de Linguagem… Guia Completo Para Ter uma Redação Nota 10!

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O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) está cada vez mais exigente. Com certeza, os mais adultos lembram que anos atrás o Enem era considerado um exame com questões fáceis, porém, depois que começou a valer como ingresso para algumas universidades, ele ganhou um upgrade e passou a ter questões de níveis mais altos. O que, por sinal, selecionou ainda mais os candidatos.

Se falarmos em Concursos Públicos, sabemos que a Língua Portuguesa é matéria obrigatória e está presente em todas as provas, independente da instituição que esteja organizando. Nesse caso, o nível de dificuldade vai depender de outros muitos fatores além da organizadora, tais com os cargos requeridos e a instituição que está oferecendo as vagas.

Pensando nisso, fizemos esse artigo para te auxiliar a mandar bem com as perguntas de português. Vamos deixar claro que, caso você queira um maior aprofundamento sobre o tema, vai precisar procurar alguma escola ou curso preparatório com algum professor especializado no assunto. Aqui, nosso objetivo é fazer você se relacionar melhor com o tema, porque, como dissemos o Português é o básicos de todos os editais, seja o Enem, seja o concurso ou seja qualquer outra prova.

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Além de que, em muitos deles, as Redações tem pesos significativos.

Por isso, já vamos avisar que… O artigo será um pouco longo. Por isso mesmo, separamos tudo, tim por tim, através de tópicos. Assim, você pode favoritar essa página e quando você estudar sobre isso poderá vir até aqui e pesquisa sobre o tema que mais está lhe causando problemas.

Para começar, vamos falar de algo muito comum, que está se tornando ainda maior com o avanço da internet e dos meios de comunicação online, os Vícios de Linguagem. Principalmente nesse tópico, é importante saber que, quando você fala com uma pessoa, o mais importante de tudo é passar a sua mensagem. Porém, nem sempre fazemos isso da forma correta e aqui, nos Vícios da Linguagem, nós vamos te mostrar como fazer isso.

O que queremos dizer é que nem sempre são erros tão brutais se considerarmos o nosso linguajar do dia a dia, mesmo porque, nesses casos, a linguagem é toda informal. Quem aqui nunca falou algo do tipo: “Vamos subir lá em cima”, “Veja com os seus próprios olhos”, “Entre para Dentro agora”…? Essas frases, por incrível que pareça, estão incorretas. E qualquer um desses erros pode ser fatal em uma prova.

Começaremos!

Vícios da Linguagem e Figuras da Linguagem

Bem, o que podemos dizer é que, se você vai prestar uma prova tem que evitar, ao máximo, usar os vícios da linguagem, como o próprio nome diz eles são apenas vícios e como todo vício, faz muito mal. Já as figuras de linguagem podem (e devem) ser usadas nas redações, porém, com inteligência e de maneira proposital. As figuras de linguagem enriquecem o texto, enquanto que os vícios, não.

Vamos explicar cada uma das duas expressões e citar as devidas características.

Vícios de Linguagem

Esses vícios, vamos ressaltar, não são apenas problemas icônicos das provas, eles podem ser significativos até mesmo em uma reunião de trabalho, já que, para muitos jurados eles se assemelham à erros gramaticais.

Ambiguidade – É quando há a duplicidade de sentido ou expressões no texto. “O atleta falou ao treinador caído no chão”. Assim, não é possível saber quem estava, vias de fato, caído ao chão, se era o atleta ou o treinador.

Arcaísmo – É o uso de termos antigos que já não fazem parte dos padrões atuais. “Vossa Mercê” já foi substituído por “Você”, por exemplo, e “Cousa” mudou para “Coisa”.

Barbarismo – É considerado um dos piores porque consiste em um erro de pronúncia, grafia ou uso de palavras. Por exemplo, “O gato é maior ou mais grande que o rato”? Maior é o correto, mas nem sempre falamos assim. Aqui vale uma observação, o termo “mais grande” existem sim, mas não deve ser usado em comparações. Um uso correto para ele seria: “O gato é mais grande do que ágil”.

Cacofonia – É quando se cria sons desagradáveis ou constrangedores. Normalmente, ela acontece na comunicação verbal e não na escrita. Por exemplo, quando você vai dizer uma sigla que tenha as letras KH, pode ser que quando elas forem ditas vão soar estranhas. Quer outro exemplo? Diga essa frase: “Umas pessoas têm fé demais, outras, fé de menos”.

Reprodução: Google

Neologismo – São palavras ou termos inexistentes de acordo com a norma culta da língua portuguesa. Ou seja, são palavras “inventadas”. Aqui no blog, usamos muito a palavra “Concurseiro”, que se enquadra nesse tópico. Afinal, o EIRO índica uma profissão, assim, logo quem “trabalha” estudando para concursos, pode ser um concurseiro.Pode ser que você ache a justificativa palpável ou não, mas como ela não existe no dicionário, então, torna-se um neologismo.

Ah, o mesmo vale para o Estrangeirismo que são palavras muito corriqueiras no nosso dia a dia, mas que não tem formatação no nosso dicionário, ou melhor, no nosso Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. Por exemplo: “Abajur”, “Matinê”.

Pleonasmo – Que também é uma Figura de Linguagem! Consiste na repetição de palavras. E a diferença é que: ele deixa de ser uma Figura de Linguagem e passa a ser um Vício de Linguagem quando usa o termo equivocadamente, de maneira totalmente desnecessária na tentativa de exprimir algum sentido. “Veja com os próprios olhos”, “Encarar de Frente”, “Ganhar Gratuitamente”… São expressões que devem ser evitadas.

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Preciosismo – É quando a expressão acontece de forma complexa ou difícil a ponto de tornar a comunicação incompreensível. Mas, vale também para alguns detalhes insignificantes, como por exemplo, na expressão: “O aluno perguntou ao professor que horas eram. Ele respondeu: São 13 horas, 21 minutos e 33 segundos”.

Solecismo – Consiste em desviar-se da norma culta na construção sintática. “Fazem dois meses que ela não aparece”, sendo que a frase dever usar a palavra “Faz”.

Vulgarismo – É o que mais acontece nas Redes Sociais e têm vários aspectos, tais quais Fonético, Morfológico e Sintático. No caso do Fonético, vale destacar a perda do “R” no fim dos verbos: “Todos vão curti a fan page”. No Morfológico, o caso é pior porque são erros gramaticais, por exemplo: “Ele comprou dois quilo de carne”.

Leia Também: Os 5 erros mais comuns do Enem e as 10 melhores dicas para tirar nota máxima na redação

Uma das pessoas que alcançaram os mil pontos foi a Vanessa Feijó Andrade. A estudante de Fortaleza (CE) disse, em entrevista à Abril, que o segredo foi o “treino antes da prova”.

Ela já havia realizado a prova em 3 edições anteriores e continuou persistente em busca da realização do sonho: na 4ª tentativa, ela conseguiu a pontuação suficiente para entrar no curso de medicina. “Ao longo do ano, eu fazia redações toda semana. Escrevia e levava para os professores corrigirem até aprimorar a escrita. Outra tática foi ler as melhores redações dos anos anteriores”, afirmou.

Ainda falando especificamente da redação, ela conclui: “Deixei na folha de rascunho e terminei as questões da prova objetiva. Quando terminei, li minuciosamente o texto, corrigi os erros e passei a limpo na folha de prova. Não entreguei antes de ler uma última vez. O cuidado final foi assegurar que não haveria erros de ortografia e pontuação, que poderiam tirar pontos”.

Leia na íntegra!

Figuras de Linguagem

Antes de selecionarmos todas as figuras de linguagem (sim, são muitas) precisa fazer uma definição importante.

  • Denotação: É o sentido da palavra que está conforme descrição do dicionário. É o que muitos especialistas chamam de Sentido Literal. Assim, na frase “Maria está com a cabeça quente”, entende-se que ela está realmente com a cabeça quente, o que pode ser uma derivante da febre ou de estar próxima à um incêndio, por exemplo.
  • Conotação: É o Sentido Informal da expressão. Assim, na frase “Maria está com a cabeça quente”, entende-se que a Maria está nervosa, irritada por algum problema que deve ter acontecido no dia dela.

Quais das duas definições estão corretas? As duas! A questão é saber interpretar o texto e descobrir qual delas faz mais sentido. Agora, se você for escrever uma redação, o ideal é que faça isso usando sempre a Denotação. Usar a Conotação é possível sim, mas desde que você faça isso com muita sabedoria e de forma proposital.

(PUC/SP) Nos trechos: “… nem um dos autores nacionais ou nacionalizados de oitenta pra lá faltava nas estantes do major” e “… o essencial é achar-se as palavras que o violão pede e deseja”. Encontramos, respectivamente, as seguintes figuras de linguagem:

  1. Prosopopeia e Hipérbole
  2. Hipérbole e Metonímia
  3. Perífrase e Hipérbole
  4. Metonímia e Eufemismo
  5. Metonímia e Prosopopeia

Provavelmente, você ainda não sabe, mas a resposta correta é a alternativa E. Leia o texto até o final para entender o porquê!

Logo, as Figuras de Linguagem, assunto desse tema exploram sempre o Sentido Conotativo das Palavras! Selecionamos todas elas, por ordem alfabética, confira!

Aliteração – Consiste na Repetição Ordenada de sons consonantais. “Esperando, parada, pregada na pedra do porto”.

Alusão – Acontece quando se faz uma referencia ou citação à algum outro texto. É parecido com a intertextualidade, que pode acontecer de forma implícita ou explicita. “Este é um presente grego”.

Reprodução: Google

Anacoluto – Consiste em deixar um termo solto na frase e, normalmente, ocorre porque se inicia uma determinada construção sintática e depois se opta por outra. “A vida, não sei realmente se ela vale alguma coisa”.

Anáfora – Consiste na repetição de uma mesma palavra no início de versos ou frases. “Amor é fogo que arde sem se ver / É ferida que dói e não se sente / É um contentamento descontente / É dor que desatina sem doer”.

Antítese – É quando se cria um confronto de ideias. “Céu e Inferno”, por exemplo.

Apóstrofe – É quando existe a invocação de pessoas. Geralmente é usada palavras como “Céus”, “Deus” e outras.

Assíndeto – Consiste em não trazer nenhum tipo de conjunção, ou seja, que não tenha ligação. Geralmente, é muito visível nos textos. “Fui ao Shopping, bebi, comi, assisti e fui feliz”. Note que nesse caso, não explicar, com detalhes, o que ele bebeu, comeu ou assistiu.

Assonância – Consiste na Repetição Ordenada de sons vocálicos idênticos. “Sou um mulato nato no sentido lato / mulato democrático do litoral”.

Catacrese – Indica quando um termo é definido utilizando o pedaço de outro. Um exemplo é a expressão “Cabeça de Alfinete”, que, na verdade, não existe. Aliás, Alfinete tem Cabeça? Claro que não. Então, essa expressão é usada para explicar algo muito pequeno.

Comparação – É a mais utilizada de todas, sem dúvidas e comparada dois termos ou mais. Essa figura de linguagem, por sinal, não é considerada um erro ou um vício e pode ser usada tranquilamente durante suas provas. Por exemplo: “Maria é protetora como uma Leoa”. Assim, Proteção é uma característica da Leoa que foi emprestada à Maria para definir uma característica dela.

Elipse – Acontece quando há a omissão de um termo que pode ser subentendido no texto. “Na sala de aula, apenas cinco ou seis alunos”. Nesse caso, entende-se que o verbo “haver” foi omitido e mesmo assim, existe a compreensão integral da frase.

Eufemismo – Tem o objetivo de aliviar ou suavizar a situação. “Ele partiu para uma melhor”. A frase quer dizer algo como “Ele Morreu”, mas é dita de uma forma mais branda.

Gradação – É a apresentação de ideias em progressão ascendente (por isso, também recebe o nome de clímax). “Um coração chagado de desejos / Latejando, Batendo, Restrugindo”.

Hipérbole – É quando se fala de maneira “muito” exagerada, o que pode se tornar também um recurso estilístico para o autor e indicar a dramaticidade do seu texto. “Você quebrou o coração em milhões de pedaços”.

Hipérbato – Ou Inversão. É caracterizada pela troca na sequencia normal dos termos. O hipérbato é muito conhecido por estar presente no Hino Nacional Brasileiro, como na frase: “Ouviram do Ipiranga às margens plácidas, de um povo heroico o brado retumbante”.

Reprodução: Google

Ironia – A ironia, apesar de muitos acharem que é uma característica pessoal, é uma Figura de Linguagem e serve para exprimir um comentário contrário ao verdadeiro significado. “Você é muito inteligente, tirou zero”!

Metonímia – É quando substituímos um termo por outro, desde que haja muitas relações entre eles. Exemplificando, se eu gosto de ler as obras escritas por Paulo Freire, posso dizer que “Gosto de ler Paulo Freire”. O que quer dizer que, na verdade, não gosto de ler o Paulo Freire, mas, sim, as obras dele.

Metáfora – Também é muito popular na língua portuguesa e é usada para caracterizar muitas figuras. A Metáfora é como uma Comparação, porém, é usada quando uma coisa é parecida com a outra por conta das semelhanças. Na metáfora, normalmente, há um verbo de ligação entre as duas frases: “Seus Olhos eram Como Cachoeiras”.

Onomatopeia – É mais comumente usada nas histórias em quadrinhos e nas tirinhas, porém pode ser aplicada em qualquer meio. Ela representa em palavras, o mais próximo que se pode chegar, de um som. “Cocoricó, Pow e Cof Cof”, na ordem, esses sons poderiam representar o canto das aves, uma bomba e a tosse.

Paradoxo – Refere-se ao contrário do que se pensa. “Ele não passa de um pobre homem rico”.

Paronomásia – É a aproximação das palavras de sons parecidos, mas de significados diferentes. “Eu que passo, penso e peço”.

Pleonasmo – É usado, muitas vezes, quando a pessoa quer reafirmar um fato, mas, que na maior parte das vezes, torna a frase redundante. É uma repetição muito comum nos dias de hoje, justamente por ser involuntária e passar despercebida. “Subir lá em cima ou Descer para Baixo”.

Perífrase – Ou também chamada de Antonomásia e são como apelidos, quando há a substituição do nome próprio por outro. Um exemplo muito clássico é o Tiradentes, que na verdade é só um apelido para o nome Joaquim José da Silva Xavier.

Polissíndeto – É o oposto do Assíndeto e consiste na repetição de conjunções coordenativas. Também é usada para dar ênfase à alguma frase, o que pode tornar um estilo de escrita, se for feito com sabedoria. “Eu fui lá e fiz aquilo e também conversei com ela e fui embora depois”. Note que o uso do e é constante e poderia ser substituído, por exemplo, por vírgulas, mas o autor preferiu usar pela consistência do “e”.

Prosopopeia – É conhecida pela personificação dada às expressões a fim de atribuir outros tipos de qualidade. “A mesa rugia com classe”. Rugir, como sabemos é um termo usado para indicar o som dos leões e não o barulho da mesa, no entanto, aqui entende-se assim.

Repetição – O próprio nome já diz. Também é chamado de Iteração, que nada mais do que a repetição de palavras ou termos usados para reforçar a ideia. “Ou você vai até lá ou  você vai procura-la”.

Silepse – Consiste na Concordância não com o que está expresso, mas com o que se subentende, com o que está implícito. “Os Lusíadas glorificou nossa Literatura”.

Sinestesia – É quando são destacados alguns dos 5 sentidos do corpo para dar ênfase à uma expressão. “O Sabor dos Seus Lábios me Lembrava Mel”.

Zeugma – É muito parecido com a Elipse. No entanto, no caso da Zeugma, a palavra que foi omitida já foi anteriormente citada. Veja: “Eu adoro flores, quero plantá-las”.

Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa)

Sobre o Volp, que falamos acima, vamos discorrer um pouco. Ele tem mais de 381 mil verbetes, com as respectivas classificações gramaticais e outras informações do Acordo Ortográfico. Tudo isso pode ser consultado na versão impressa ou na online, no site eletrônico da Academia Brasileira de Letras, inclusive, com disposição para baixar o aplicativo no seu smartphone.

Mãos às obras! É hora de treinar um pouco. Selecionamos algumas frases típicas de concursos para você tentar descobrir se está mandando bem (ou ainda não) nas Figuras de Linguagem. Veja aí! Mas, como a ideia é apensas treinar, logo após a frase, no final dos tópicos, vamos indicar a resposta e você já vai saber se mandou bem ou não.

20 Exercícios sobre Figuras de Linguagem

  1. Machado de Assis – Dizem que os cariocas somos pouco dados aos jardins públicos
  2. José Lins do RegoAquela mina de ouro, ele não ia deixar que outras espertas botassem as mãos
  3. Mário Andrade – Este prefácio, apesar de interessante, inútil
  4. Guimarães Rosa – Era véspera de Natal, as horas passavam, ele devia de querer estar ao lado de lá-Dijina, em sua casa deles dois, da outra banca, na Lapa-Laje
  5. Aníbal MachadoEm volta: leões deitados, pombas voando, ramalhetes de flores com laços de fitas, o Zé-Povinho de chapéu erguido
  6. Euclides da CunhaSob os tetos abatidos e entre os esteios fumegantes, deslizavam melhor, a salvo, ou tinham mais invioláveis esconderijos, os sertanejos emboscados
  7. V. Exa. Está cansado?
  8. Mário de AndradeCaça, ninguém não pegava
  9. Guimarães RosaMas, me escute, a gente vamos chegar lá
  10. Alexandre HerculanoGrande parte, porém, dos membros daquela assembleia estavam longe destas ideias
  11. Chico Buarque – E brinquei, e dancei e fui vestido de rei
  12. Olavo Bilac – Wilfredo foge. O horror vai com ele, inclemente. Foge, corre, e vacila, e tropeça e resvala, e levanta-se, e foge alucinadamente
  13. Graciliano Ramos Agachou-se, atiçou o fogo, apanhou uma brasa com a colher, acendeu o cachimbo, pôs-se a chupar o canudo do taquari cheio de sarro
  14. Antônio Olavo Pereira Tão bom se ela estivesse viva me ver assim
  15. Aníbal Machado Coisa curiosa é gente velha. Como comem!
  16. Martinho da Vila Sonhei que estava sonhando um sonho sonhado
  17. Machado de Assis Rubião fez um gesto. Palha outro; mas quão diferentes
  18. Aurélio Buarque da Holanda Estava certo de que nunca jamais ninguém saberia do meu crime
  19. Camilo PessanhaFulgem as velhas almas namoradas… Almas tristes, severas, resignadas, de guerreiros, de santos, de poetas
  20. J. Simões Lopes NetoMuita gente anda no mundo sem saber pra quê: vivem porque veem os outros viverem

Respostas

  1. Silepse
  2. Anacoluto
  3. Elipse
  4. Pleonasmo
  5. Assíndeto
  6. Hipérbato
  7. Silepse
  8. Anacoluto
  9. Silepse
  10. Silepse
  11. Polissíndeto
  12. Polissíndeto
  13. Assíndeto
  14. Elipse
  15. Silepse
  16. Pleonasmo
  17. Zeugma
  18. Pleonasmo
  19. Zeugma
  20. Anáfora

Com informações do ConcursosnoBrasil

Vícios de Linguagem e Figuras de Linguagem… Guia Completo Para Ter uma Redação Nota 10!
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