Tempos de Crise: Como Ter Motivação Para o Concurso Público

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Estudar para Concurso Público é uma profissão, ainda que muitas pessoas consigam fazer 2 turnos – entre o trabalho e o estudo. Portanto, isso quer dizer que é preciso rotina, dedicação, empenho e quanto maior for tudo isso, melhor será o resultado no final do processo.

No entanto, não é fácil. Aliás, Estudar para Concurso não é nada fácil. Aí, soma-se à isso os problemas financeiros, com as contas a pagar, os empréstimos, os juros comendo e o salário que fica curto, se é que ele exista. Por outro lado, nota-se políticos sendo presos por “roubarem o dinheiro do povo”. O seu dinheiro, que já é tão escasso.

Isso tudo é verdade, é realidade, é atualidade.

Perante a essa situação, há uma questão que fica muito eminente na cabeça de qualquer pessoa que tenha o interesse em prestar uma prova de concurso público:

Como Ter Motivação para Estudar para Concurso em Tempo de Crise?

A pergunta parece complexa demais e pode até deixar um quê de não ter resposta. Mas tem. Buscamo-las nas palavras do Filósofo Mario Sergio Cortella, que escreveu um capítulo excelente sobre o assunto em um livro lançado neste ano. Vamos dar a resposta e o trecho do livro na íntegra, logo abaixo.

Antes, entenda por que prestar um concurso público e passar posse ser parte das suas respostas.

Vale a pena estudar para concurso público? 7 Verdades sobre eles

1 – O momento é favorável

2017 promete ser um ano que vai alavancar o Brasil para longe da crise. Pelo menos é o que se imagina, na opinião dos analistas mais otimistas. Mesmo, é impossível não ver os péssimos resultados dos últimos anos, no que diz respeito à demissões e endividamentos. Isso resulta em uma ótima oportunidade para aqueles que têm cargos públicos e, assim, conseguem se manter um pouco mais seguro.

2 – Burocratização Menor

Para os especialistas, o trabalho público é menos exigente, em termos de documentação e leis, quanto à serviço de empresas privadas. Isso vale para benefícios como Aposentadoria, Licenças, Férias e mesmo referente ao Ritmo do Trabalho. “Embora não gostem de ouvir isso, as empresas privadas tem maior grau de exigência do que o emprego público”, comenta Lílian Graziano, coordenadora de MBA Gestão de Pessoas da Trevisan Escola de Negócios.

3 – Carreira Ascendente

Apesar de ser o maior atrativo, algumas pessoas têm dificuldade em se adequar aos parâmetros e cotidiano da vida pública. Isso acontece principalmente com aquelas pessoas que são empreendedoras e não toleram às ordens de chefes. “Agora, se a pessoa é regrada e extremamente preocupada com o futuro, geralmente ela se dá bem nesses cargos”, comenta Lílian.

Reprodução: Google

Para outras, que buscam ascensão na carreira, essas oportunidades também não são indicadas. Segundo a Catho, um consultor de contas de empresa privada pode ganhar até 22 mil reais por mês, enquanto que um fiscal da Receita Federal tem um salário equivalente à 10 mil reais.

4 – Estudo Árduo

É fato que quem quer passar em algum concurso público precisa estudar muito. Mas assim, não exageradamente, afinal, qualidade é sempre melhor do que quantidade. Existem técnicas que ajudam a otimizar o tempo e a deixar os candidatos menos estressados. Entre elas, está o do Treino da Memória. É uma técnica muito bem apresentada pelo Renato Alves, considerado uma das pessoas que melhor memória tem, vencendo, inclusive o Guiness Book Brasileiro.

Incrível Técnica para Otimizar seu Estudo: Conheça um pouco mais sobre o Renato Alves e essa técnica que pode alavancar os seus estudos e as suas chances de passar no concurso público. Assim, a memória envolve um complexo mecanismo, que embora exista dentro de nós, não é consciente, e que abrange o arquivo e a recuperação de experiências, portanto, está intimamente associada à aprendizagem. Veja o vídeo abaixo:

5 – Exceções de Candidatos

Com a técnica de memorização citada no tópico anterior é possível notar que existem alguns mitos acerca do Concurso Público. Um deles é referente ao fato de que “quem trabalha não consegue passar em concursos” e o outro é “quem não tem dinheiro também não passa em concursos”. Ambas as afirmações são falsas.

Uma pesquisa feita pelo Grancursosonline mostrou que 65% dos candidatos que foram aprovados em concursos públicos trabalham e estudam ao mesmo tempo. Além disso, havia relatos de pessoas que estudaram apenas com material emprestado e usando boas técnicas de aprendizagem, ou seja, não precisaram investir muito dinheiro. Por isso, não é a falta de tempo ou dinheiro que deve ser um empecilho para você não ser um servidor público.

Apenas para fins informativos: é bom saber também que nos últimos 10 anos, cerca de 40% dos que foram empossados em cargos públicos tinham mais de 50 anos de idade e outra pesquisa, agora do ENAP (Escola Nacional de Administração Pública) mostrou que 40% dos empossados tinham menos de 30 anos. Inclusive, aposentados também podem prestar o concurso, não há essa exceção.

Ou seja, a sua idade também não deve ser um fator de desculpas pelo fracasso, se ele existir.

Outro ponto: Se sua dúvida é quanto à tatuagens, pode ficar tranquilo, também. Exceto para alguns cargos como da Força Militar, a premissa dos concursos é a equalidade de oportunidades para todos. Isso evita a discriminação por questões de aparências ou outras características de foro particular.

6 – Qualidade de Vida

A maioria das pessoas que estudam para os concursos deixa de ter uma boa qualidade de vida. Essa é uma notícia verdadeira, no entanto, não deveria ser. Com as técnicas de memorização, entre outras, o candidato passar a ter mais tempo hábil para outras atividades, como a física, o lazer e a cultura. Então, estudar para concursos e deixar de sair com os amigos ou praticar esportes não precisam se relacionar dessa forma. É possível fazer ambos.

7 – Fim das Contratações

Já ouvimos boatos sobre o fim das contratações para cargos públicos e o motivo seria “a máquina pública brasileira está inchada”. Isso não vai acontecer. É claro que, se pensarmos com carinho, vamos notar que existem algumas funções públicas que tem profissionais demais, no entanto, o quadro de novos talentos servem para fortalecer a base politica.

Agora, se analisarmos friamente, o Brasil possui menos servidores públicos do que outros países menores, tais como Alemanha e França. Então, em algum momento, as vagas terão que ser ainda aumentadas através de concursos e nomeações.

Antes da reprodução do Artigo do Cortella, confira as características.

  • Livro: Por Que Fazemos o Que Fazemos?
  • Subtítulo: Aflições vitais sobre trabalho, carreira e realização.
  • Autor: Mario Sergio Cortella.
  • Editora: Planeta.
  • Edição: 21ª

Motivação em Tempos de Crise – Por Mario Sergio Cortella

Existem momento sem que o vento muda de direção. A economia pode passar por crises, o setor deixar de ter a pujança de outros tempos ou a empresa perder posições no mercado.

Nesses períodos de baixa, como encontramos motivação para continuar em busca de melhores resultados? Imagine o ânimo de um representante comercial que tem de pegar a pastinha e ir em busca de clientes quando o mercado está pouco ou nada comprador.

Lidar com essas alternâncias também faz parte do aprendizado na carreira.

Devo lembrar que o nosso país passou por um período de 10 anos de exuberância econômica até 2013. De 2003 a 2013, o Brasil viveu um forte ciclo de crescimento, com vendas, aquisição de veículos, incentivo ao consumo de linha branca e boa parte da população foi bancarizada.

Hoje somos um dos três países do mundo com mais produtos digitais, em que o número de celular é maior do que o de habitantes. Depois, veio um período de vacas magras, de dificuldade.

Ora, assim como um representante de vendas aprendeu a viver a fartura, precisa aprender a viver a restrição.

Não é agradável ter restrição, nunca o é, mas aprender a lidar com isso faz parte da formação da carreira de alguém. Assim como quando sofremos algum percalço na saúde e precisamos aprender a fazer dieta, a nos privar de comer alguns alimentos que nos dão satisfação.

É preciso encontrar caminhos e compreender que são períodos.

Conhecemos a história de pessoas à nossa volta que ficaram desempregadas por um tempo, depois se levantaram, foram para outro lugar, fizeram a sua carreira, aquilo foi um momento. Também sabemos de um ou outro que tomou um tombo e nunca mais se levantou.

Qualquer sistema de organização do mercado de trabalho é submetido a oscilações.

De modo geral, seria possível dizer que alguém muito competente dificilmente ficaria fora do mercado.

Mas isso seria desconhecer que há situações de injustiça, por exemplo, quando a empresa dispensa alguém equivocadamente, ou quando a função exercida pela pessoa se tornou desnecessária dentro daquele contexto.

É claro que existem situações em que alguém poderá ficar desempregado por falta de empenho ou por conduta inadequada. Porém, individualizar a responsabilidade pela demissão é sempre muito perverso.

Reprodução: Google

Falar para o profissional que se vê alijado do mercado de trabalho manter a calma é jogar palavras ao vento. Afinal de contas, passar por momentos de turbulência é algo perturbador. Mas ele precisa ter a clareza de que essa circunstancia não é definitiva.

Que nesse intervalo em eu não consegue encontrar a ocupação desejada, é necessário abrir portas para outras ocupações, nem que seja de modo circunstancial, emergencial, para que ele garanta a sua manutenção no dia a dia.

Há pessoas que ficam o tempo todo em compasso de espera. É claro que muita gente demora seis meses, um ano até encontrar uma ocupação equivalente à que desempenhava.

Mas, nesse ínterim, é preciso encontrar outras maneiras de se viabilizar financeiramente, seja pela venda de algum produto, pela colaboração em algum projeto temporário, pela disponibilidade para dar aulas particulares.

Eu sei que não precisarei fazer isso indefinidamente e que me dará sustentação até que a circunstância mude.

Nesse momento, o que me motiva é a minha necessidade, mas também a percepção de que a situação não tem um caráter de durabilidade.

Haverá um momento no ciclo econômico em que poderei recuperar o fôlego e retomar a caminhada.

É necessário que quem perde o trabalho não se retraia a ponto de entrar num movimento depressivo. A ausência de vitalidade predispõe a pessoa a se fechar dentro de casa (e de si mesma), em vez de ir para fora procurar alternativas.

Não é fácil sair todos os dias de manhã, arrumado e esperançoso, em busca de um trabalho e voltar à noite sem ele. Mas ficar em casa – por conta do esforço que se despende e da chateação que é enfrentar todas as etapas dessa busca – não compensa de modo algum.

Porque aquele ou aquela que se empenhar todos os dias pode não encontrar, mas não será derrotado pela situação de não ter tentado. É difícil, gera intranquilidade, mas nessas horas é fundamental ter persistência.

Também é possível (e recomendável) aproveitar essas circunstâncias para investir no aperfeiçoamento de competências: estudar, ler, ter ideias, se informar a respeito de casos bem-sucedidos.

Nem que seja passar o dia lendo numa biblioteca ou fazer um curso gratuito para aperfeiçoamento de alguma habilidade.

Posso ficar depressivo, afundado no sofá, vendo televisão? Posso ficar em estado de automiseração, com pena de mim?

Posso, mas que não passe de três dias. Setenta e duras horas é tempo suficiente para eu ficar com dó de mim, me achar injustiçado (o que as vezes é um fato), mas eu preciso levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima, como lembra a música do compositor Paulo Vanzolini.

Quem fica sem trabalho evidentemente sofre um abalo na autoestima. E isso é compreensível, mas é preciso também entender que esse momento exige uma tomada de atitude no que se refere ao estado de espírito.

Como diria Shakespeare. “or sink or swin”, “ou afunda ou nada”. Sim, chateia. Sim, é ruim, mas é preciso se reerguer.

Alguém pode argumentar que esse é um momento de vida constrangedor.

Isso só faria sentido se a pessoa tiver sido a causadora daquela situação, a responsável por sua dispensa. Mas eu jamais ficaria envergonhado por conta de circunstancias externas à minha própria capacidade.

Se a empresa fechou, por exemplo. Se a operação foi suspensa ou se houve duplicidade de função quando a companhia foi adquirida ou fundiu-se com outra.

Eu dei aula durante quinze anos numa instituição de ensino que foi vendida. E eu não queria trabalhar para as pessoas que a compraram, por não as achar dignas dentro do campo acadêmico.

E elas me disseram: “Ou você assina o contrato desse modo ou será dispensado”. Eu fui embora. E tiver vergonha disso? Nenhuma.

Tal como o tempo anterior foi de sol resplandecente, vez ou outra a penumbra vem.

Assim é na economia, assim é na nossa vida.

Eu já passei horas e horas trabalhando com alto desempenho. De repente, um vírus qualquer me deixa sem energia para fazer o básico. Mas tenho noção de que se trata de um ciclo e que vou encontrar forças para me levantar.

Posso ter sido derrubado, mas sei que não fui dominado. Essa consciência me dá coragem.

Qual o Momento Certo para Prestar um Concurso Público?

Só quem já viveu ou está vivendo o momento do desemprego, sabe como isso é devastador. É como ir dormir bem em um dia e acordar muito mal em outro. É estar com as contas em dia hoje e ficar totalmente no vermelho amanhã.

Isso muda muito a vida de uma pessoa. Para pior, na real.

E muito mais injusto do que isso é ter disposição e conhecimento para atuar em várias áreas, mas não ter oportunidades para tal.

Imagina ter uma vontade imensa de trabalhar, de criar, de ajudar o próximo, de inovar, de acordar todos os dias bem cedo, de sentir o prazer de fazer parte de um grande projeto, mas… Não conseguir a chance se mostrar o seu potencial.

  • Isso é totalmente doloroso, não é?

Fazendo uma analogia muito simples: é como sentir fome e não ter o que comer!

Mas, vamos voltar aos fatos.

POR QUE O SERVIÇO PÚBLICO PODE SER UM TIRO CERTEIRO NA VIDA DE QUALQUER PESSOA?

Porque ele faz esse papel: de dar chances a quem tem o desejo de trabalhar e, mais do que isso, para quem sente prazer em Ajudar o Próximo.

O Funcionário Público atua, direta ou indiretamente, com as pessoas. A ideia é justamente a de Servir o Povo.

Agora, imagine se para isso você ganhasse um bom salário, cumprindo 40 horas semanais (8 horas por dia), recebendo todos os direitos da Carteira de Trabalho e alguns benefícios extras, como Convênios Médicos e Odontológicos.

Isso parece um sonho? Mas, verdadeiramente, não é! Isso é o Concurso Público.

Sobre os Concursos Públicos na Atualidade

 

1 – Especialistas temem queda de concursos públicos na educação após terceirização

Essa notícia foi descrita pela Agência Brasil e fala com bastante veemência sobre a sanção do projeto de lei que libera a terceirização para todas as atividades das empresas.

Para os especialistas, isso deve afetar os concursos porque a área de educação perderá forças pela administração de escolas, já que as Organizações Sociais (OS) poderão também cuidar da contratação de professores.

Para os sindicalistas, isso pode resultar em uma grande desvalorização dos docentes.

“O trabalhador passa a ser descartável. O reflexo, em um primeiro momento, é que o professor vai trabalhar muito, mas não se sabe quanto tempo conseguirá manter o ritmo. Vai adoecer e vai acabar sendo demitido. E vai sair sem nenhum amparo”, afirma Cleber Soares, diretor do Sindicato dos Professores do Distrito Federal.

A questão é, sem dúvidas, muito polêmica, mas não vamos entrar nesses méritos.

Como o objetivo é falar dos concursos públicos, vamos sintetizar esse tópico em 3 pontos para concluir a informação!

  • Escola

Para a diretora da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenepe), Amábile Pacios, o setor privado ainda precisa analisar juridicamente o que pode ocorrer com a nova medida. “As escolas têm resistência a contratar funcionários terceirizados, vão ter também com professores”.

  • Legislação

“A partir do momento em que o contrato trata com o contratante com horário, por exemplo, acabou, o professor passa a ter vínculo direto”, diz a professora da Fundação Getúlio Vargas, Juliana Bracks.

“Teremos um problema grave se os entes públicos saírem terceirizando a torto e a direito em vez de fazer concurso público. Não posso substituir a força de trabalho por concursoe terceirizar, criando uma relação mais leve e isenta de algumas responsabilidades”, diz.

  • Empresa

Henrique Meirelles, que é Ministro da Fazenda, diz que a aprovação do projeto flexibiliza regras para terceirização de mão de obra e vai facilitar a contratação dos trabalhadores.

“Facilita a expansão do emprego. Empresas resistente à possibilidade de aumentar emprego devido à alguns aspectos de rigidez das leis trabalhistas”, disse.

2 – Número de Vagas em Seleções tem diminuído na crise

Com Estados cada vez mais endividados e uma arrecadação do governo que vai mal, os concursos públicos tem limitado ao máximo suas contratações. Na verdade, esse quadro fez com que a abertura de novas vagas fosse praticamente extinto do planejamento.

Houve redução de novos editais e queda no número de vagas ofertadas, o que alertou os concurseiros.

Se antes estudar para concurso era praticamente uma profissão, atualmente as pessoas têm mudado seus pontos de vistas, conforme a realidade do país.

Para o presidente da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac), Marco Antonio Araújo Junior, não houve redução.

“Temos vários concursos com editais publicados. Houve uma redução no número de vagas e não nos certames. Por conta deste momento econômico, acredito que esta seja a hora de se preparar. É importante lembrar que, para passar, é necessário um ano e meio de estudos, no mínimo. Como o total de oportunidades menores, a concorrência aumenta”, avaliou o presidente.

A Anpac fez um levantamento que mostrou que para 2017 são previstas 85 mil vagas nas esferas federal, estadual e municipal. E mais 20 mil concurseiros devem fazer parte do cadastro de reserva. Em 2016, o número de vagas previstas pela associação foi de 100 mil vagas.

“Mesmo com poucas vagas, há a formação de cadastro de reserva. Muitos órgãos utilizam desse mecanismo para chamar um número muito superior do que foi previsto inicialmente”, explicou Marco Antonio.

3 – O que fazer e como estudar com essa redução de vagas?

Para a coach Fernanda Chaud, a saída é optar por uma carreira pública dentro de uma área que o estudante tenha vocação.

“Com vagas reduzidas, antes de se dedicar aos estudos, ele precisa acreditar que possa contribuir com o serviço público, caso contrário, vai se frustar”.

Abaixo, seguindo essa linha de pensamento, selecionamos alguns pensamentos de William Douglas, que é juiz federal e cedeu uma entrevista ao jornal gazetaonline.

“A crise financeira do país reduziu os concursos. Infelizmente, muitos administradores tentam economizar não fazendo processos seletivos, esquecendo-se que a falta de servidores diminui a arrecadação, a qualidade do serviço público e aumenta o custo Brasil, ou seja, piora a crise”, confirma William Douglas, que é juiz federal.

“Esta não é a primeira vez que o país passa por uma crise. Já passamos por redemocratizações, planos econômicos fracassados, escândalos, suspensão de concursos e tantas outras adversidades. E quem não desistiu da preparação – por mais que tenha adaptado suas expectativas e dinâmica de estudos para a nova realidade – terá um diferencial significativo frente a quem desistiu completamente do estudo”.

Reprodução: Google

Todas as crises vieram e os concursos continuam acontecendo. O que muda é apenas a quantidade de certames e de vagas, mas mesmo em momentos difíceis é preciso preencher os cargos vagos. O serviço público não pode parar. O importante é não se desesperar”, avalia o juiz Douglas.

“Se o seu concurso foi adiado ou se a sua carreira está passando por dificuldades ou sendo ameaçada de alguma forma, respire fundo e siga em frente. Não reduza em absolutamente nada seu esforço e dedicação, seus estudos e revisões. Faça os concursos que ocorrerão mesmo que não sejam exatamente o concurso dos seus sonhos”.

“Concursos escada (aquele em que você é aprovado só para ter tempo disponível e uma renda fixa enquanto se prepara para um concurso maior) são uma boa realidade”, reforça.

Da Redação

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