Para quem quer passar no concurso público – O foco e o Método Cornell

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Prestar a atenção não é uma coisa muito simples de fazer – ainda mais nos dias de hoje em meio há tanta tecnologia disponível. Essa dificuldade está em todos os lugares: durante uma conversa com alguém ou quando estamos assistindo uma aula importante.

Se você é um daqueles estudantes que vivem se cobrando sobre o fato de que precisa prestar mais atenção… É melhor ler este artigo na íntegra!

Para os estudantes, uma das formas de manter a atenção nos estudos é fazendo anotações.

E se o assunto é anotações, temos que apresentar o método Cornell, desenvolvido por Walter Pauk. Vamos falar disso, mas antes, entenda a importância da atenção nos estudos!

Como lidar com a falta de atenção nos estudos?

As distrações são os principais vilões disso, não há dúvidas.

Portanto, se você quer mesmo parar de sofrer com esse mal, então, corte ele pela raiz. Elimine o máximo de distrações possíveis que você possa ter.

Opte pelos lugares mais calmos, com menos pessoas e desligue os eletrônicos.

Essas distrações também podem estar na nossa mente, como os pensamentos sobre os acontecimentos marcantes e as emoções de cansaço e fome. Reconheça os pensamentos e diga a si mesmo que vai lidar com isso mais tarde.

Mantenha o contato visual – isso é muito importante.

Se você está na sala de aula, observe o professor, fique de olho nele. Você não vai conseguir prestar a atenção se estiver apenas ouvindo ele enquanto está vendo as fotos do Instagram.

Ter objetivo e tempo para cumprir a tarefa também te força a manter-se ativo no estudo. Bem, se você sabe que tem que terminar de ler algum texto no prazo de 20 minutos… Então, melhor começar logo antes que o tempo termine, não é?

O descanso também é uma ótima opção para não perder o foco – o corpo cansado tem grande poder de tirar sua atenção porque ele se relaciona com o cérebro e dá sinais de que é hora de ir para a cama.

Em alguns casos, nem é preciso uma noite inteira de sono e basta alguns minutos para que o corpo volte a estar disponível. Os alongamentos também ajudam a reativar a energia corporal.

Entre as alternativas para manter-se focado está a meditação. Ela é uma daquelas coisas que são boas para vários fins e pode melhorar a habilidade de prestar a atenção em algo por bastante tempo.

A meditação aumenta a percepção e você consegue dar mais atenção ao próprio corpo, por exemplo. O lado bom é que você pode praticá-la em qualquer ambiente, inclusive, no seu escritório.

Atente-se também para o fato de como está o seu processo mental – você se distrai muito facilmente? E em que fica pensando? Escreva os pensamentos em uma espécie de diário para que você não fique abitolado neles o tempo todo.

Controle os seus pensamentos – quanto mais você treinar isso, mas você vai dedicar a energia mental para o que é realmente importante. Logo, você estará fazendo isso de forma automática.

Praticar exercícios físicos e ter intervalos entre as atividades são importantes.

Por fim, há uma técnica, entre tantas, que te ajuda a manter-se atento aos estudos. É através das anotações – independente do que você está estudando, você pode (e deve) fazer anotações.

Escreva fórmulas, frases, nomes… Bem, vamos contar como fazer isso abaixo.

Reprodução: Google

As anotações do Método Cornell

Como já foi falado neste artigo, uma das maneiras de manter o foco durante os estudos é fazendo anotações.

Imagine que você tenha um artigo de 50 páginas para ler… Se fizer isso de uma única vez não vai absorver o máximo de conteúdo que poderia e vai perder o foco.

Por outro lado, se a cada 5 páginas você fizer anotações, sua fixação de informação aumenta e, além do mais, você não vai perder a concentração no estudo. Hora você lê e hora você escreve – esse mecanismo garante a total dedicação nessa atividade.

Mas, será que existe forma certa para fazer anotações? É sobre isso que vamos falar agora!

Entenda que usar o método Cornell pode te ajudar na organização das notas e aumentar o nível de conhecimento a partir do aprimoramento das habilidades de estudo.

Fizemos um breve passo a passo de como aplicar o método Cornell nas suas anotações, confira!

Tenha um caderno exclusivo para as anotações

Pode ser um caderno mesmo ou algumas folhas soltas, como as de um fichário.

O ideal é ter páginas separadas.

Você vai dividir cada folha de papel em diversas ações – cada uma terá um proposito especifico.

Faça uma linha horizontal ao longo da folha

A linha tem que ser horizontal, de cima para baixo e estar a 5 centímetros da base da esquerda para a direita. A proporção é a de que seja equivalente a ¼ da página.

O detalhe é que você não deve traça-la até o final da folha, deixando um rodapé separado.

Faça uma linha vertical no papel

Essa linha estará a 7,5 centímetros da borda esquerda da página e será usada para a revisão das notas que você vai fazer.

A divisão da folha

Essa divisão é importante sendo que a maior parte será usada para as notas das palestras ou das leituras.

Na internet há vários modelos do método Cornell – se você não entendeu a divisão, pode buscar esses moldes já prontos.

Marque o nome do curso (livro) e a data no topo da página

Seja consistente com isso para que você mantenha as anotações organizadas e a revisão mais fácil de ser encontrada e lida.

Tome as notas na seção maior da página

Enquanto você ouve a palestra ou lê o texto, faça anotações somente na seção da direita da página, que é a maior.

Inclua ali quaisquer informações que julgar importante. Pode ser, inclusive, aquelas que o professor anotou na lousa ou exibiu em slides.

Tome as notas apenas importantes

Quando tiver um ponto importante, faça a anotação.

O importante é encontrar sinais na fala das pessoas… “Há implicações importantes que dizem que …”, esse tipo de argumento parece ser importante. E assim por diante.

Os pontos que são enfatizados e repetidos também costumam ser importantes.

O mesmo vale para a leitura – quando há grifos, negritos ou itálicos vale a pena considerar como importante. Assim como os gráficos e as tabelas.

Mantenha a simplicidade das notas

As anotações são apenas esboços, portanto, concentre-se em captar as palavras e os pontos chave para acompanhar o que está sendo exibido no seu caderno.

As lacunas em branco serão preenchidas posteriormente.

Evite escrever sentenças inteiras. Opte pelos tópicos, atalhos, abreviações ou símbolos.

Um exemplo seria:

Ao invés de “Em 1703, Pedro, o Grande, fundou São Petersburgo e determinou a construção de seu primeiro edifício, a Fortaleza Pedro e Paulo”,

Você pode usar “1703 – Pedro fundou S. Petersb. e construiu a Fort. Pedro e Paulo”.

Anote as ideias gerais

Nem todo exemplo precisa ser anotado.

Parafrasear poupa tempo e espaço, só que fazer conexões entre as ideias vai te permitir lembrar-se do material passado.

Veja outro exemplo prático:

Ao invés de “Ao construir São Petersburgo, Pedro contratou engenheiros, arquitetos, construtores navais e outros trabalhadores de outros países europeus. A imigração desses intelectuais e operários qualificados conferiu a São Petersburgo uma atmosfera cosmopolita, realizando parte do objetivo que Pedro tinha de fazer da cidade russa a ‘janela do oeste’”,

Você poderia usar “Pedro contratou engenheiros, arquitetos, construtores navais etc. de toda a Europa — seu plano: S. Petersb. = ‘janela do oeste’”.

Reserve um espaço separado para um novo tema

Isso vai te ajudar a se organizar mentalmente e permite que você se concentre em estudar as várias partes de uma mesma disciplina.

Tenha uma nota sobre perguntas

Quando surge uma pergunta, você deve se ater a ela. Expresse isso nas anotações. Esse tipo de pergunta ajuda a esclarecer o que está sendo absorvido e é útil para o estudo posterior.

Faça a edição das notas quando for possível

Se houver anotações que estão difíceis de serem lidas ou entendias, conserte-as enquanto o assunto está fresco na memória.

Sintetize os pontos-chave

Depois da aula, extraia as ideias e os fatos principais da sua seção “da direita”. E escreve versões ainda mais condensadas na coluna “da esquerda”. O ideal é encontrar palavras-chave que comuniquem as informações e os conceitos.

A ideia é revisar o material dentro de, no máximo, 2 dias após a aula ou leitura.

A recomendação é sublinhar as ideias centrais e experimentar usar marcadores de codificação por cores.

Aquelas informações que parecem ser menos importantes podem ser descartadas.

Parte do método está, justamente, em ensinar a separar as informações que são cruciais daquelas que são desnecessárias.

Escreva as potenciais perguntas na esquerda

A partir das anotações na seção da direita, pense em perguntas que podem aparecer em uma prova e escreva-as na coluna da esquerda – depois elas serão usadas como ferramenta de estudo.

Sintetiza as principais ideias no inferior da página

Aquele espaço embaixo da folha é justamente para registrar as informações principais, também sintetizadas e que terão a ver com seu nível de entendimento.

Se você entendeu a aula, vai conseguir, com facilidade, anotar os destaques embaixo.

Uma ajuda é sempre buscar responder a seguinte questão: “como você explicaria essa informação para outra pessoa”?

Inclua detalhes adicionais que pareçam ser importantes e que mereçam atenção.

Inclua fórmulas, equações, diagramas, etc.

Para estudar, leia as anotações feitas

Concentre-se na coluna da esquerda, inicialmente. Essa seção contém os pontos mais importantes e você pode usá-las como avaliação.

Você pode sublinhar ou marcar as partes mais importantes durante essa revisão.

Use as anotações para testar os seus conhecimentos

Cubra a seção da direita da página com a mão e responde as potenciais perguntas que foram incluídas na coluna da esquerda. Descubra a resposta.

Faça uma revisão das anotações

Faça revisões periódicas durante um período maior.

Evite acumular as responsabilidades antes de uma prova e isso vai aumentar seu potencial de reter as informações importantes.

Reprodução: Google

Como fazer a melhor revisão do mundo para estudar?

Neste artigo falamos muito sobre fazer revisões… Mas, você sabe como fazer uma?

Revisão, na sua forma mais simples, é resumir o seu conteúdo estudado – ou, no mínimo, separar as partes mais importantes.

Quando um professor diz para você fazer a revisão de um livro, ele sugere que você conte – com as suas palavras – o que você entendeu da obra.

Nessa revisão devem estar o resumo – que é uma pequena descrição do que é a história – e suas observações, o seu ponto de vista. O resumo de conteúdos é muito parecido com essa ideia – onde você vai selecionar os pontos mais importantes do que foi estudado.

A Revisão é muito usada na fase final, quando as provas estão próximas, porém, deveria ser usada durante todo período de estudo.

“Não adianta desperdiçar tempo e esforços com aqueles tópicos nos quais sempre teve dificuldades. O aluno também não conseguirá uma melhoria no desempenho geral com o estudo daquilo que já domina bastante”, diz Célio Tasifano, que é coordenador pedagógico do cursinho Oficina do Estudante.

Na hora da revisão, inclusive, é importante também levar em conta a redação, que é praticamente uma prova separada e tem um peso importante no geral.

Mas, Por Que é Importante Fazer a Revisão?

A revisão é importante por vários fatores, mas vamos falar um que talvez você não tenha notado ainda: a nossa memória é falha – ou vai dizer que você nunca teve o famoso “branco”?

Portanto, não vamos conseguir nos lembrar de tudo na hora da prova.

Isso tudo começou a ser estudo por Herman Ebbinghaus, que falou da Curva do Esquecimento.

Se ainda não conhece essa metodologia, clique aqui.

Mas não é apenas para lembrar-se dos assuntos que devemos revisar conteúdos.

Para ganhar tempo também!

Todo assunto precisa de um tempo “considerável” para ser estudado. Agora, pense você, ter que ter todo esse tempo toda vez que for falar no assunto… Provavelmente não daria tempo de estudar tudo até o dia da prova.

Se uma teoria demora 2 horas para ser compreendida, na revisão não levará mais do que 15 minutos. Compreende?

Sobre as técnicas de Revisão, existem várias, como Resumos, Flash Cards, Livro Sublinhado, Mapas Mentais… E outros. Neste artigo, no entanto, vamos nos atentar a dizer como é possível fazer uma revisão bem feita.

Separamos algumas das técnicas de fazer uma boa revisão – veja qual mais tem a ver com você!

RESUMO

Resumir é transcrever parte do que está sendo estudado para um caderno, filtrando as partes mais importantes. É a técnica mais usada, porém, para ser eficiente precisa ter algumas características, como:

  • Separação entre as ideias principais e as secundárias,
  • Uso de vocabulário próprio,
  • Ter a habilidade de sintetizar o assunto.

Assim sendo, quem consegue usar desse meio tem a vantagem de ler todo conteúdo e identificar os principais pontos, que vão compor o resumo. Como a leitura será minuciosa, o aluno vai aprender mais.

Além disso, é uma técnica simples que pode ser usada sem muitas dificuldades.

Do lado das desvantagens está: a demora na transcrição dos pontos importantes e o trabalho – é um dos exercícios mais trabalhosos e, por isso, poucas pessoas conseguem leva-lo até o fim.

Por isso, é muito indicado para pessoas que precisam de movimento e imagem para aprender melhor. Não é propriamente uma desvantagem, mas pode ser frustrante se não for feito detalhadamente.

FLASH CARDS

Na tradução são pequenos cartões e na prática também. Nesses pedaços de papel podemos escrever algum conteúdo que desejamos revisar rapidamente.

Logo, os tamanhos – e as cores – deles podem variar conforme o grau de importância. Também é preciso levar em conta onde eles ficarão postados.

Existem relatos de pessoas que usaram os Flash Cards para selecionar leis que caem no Concurso Público. Então, elas escrevem tais conteúdos em uma folha sulfite e depois recortam do tamanho de uma carta de baralho.

Posteriormente, dá até para fazer jogos e brincadeiras com essas cartas.

Como você pode notar esses cards são mais ágeis do que o resumo e, por isso, são para frases mais curtas, instantâneas, como fórmulas ou leis.

O método é de 1970 e foi concebido por Sebastian Leitne, que escrevia dos dois lados do cartão: de um ficava a pergunta e do outro a resposta. Logo, os alunos dele conseguiam saber se haviam acertado a resposta ou não.

Essa também é uma ideia para você usar os Flashes Cards – ou, também chamado de Lembretes.

Além de ter rápida visualização, os flashes cards podem ser usados em momentos de pouco tempo, como em filas de banco ou dentro do ônibus. Também podem ser separados por temas, disciplinas e, por fim, tem a facilidade do tamanho, já que cabem em uma bolsa ou mochila – na gaveta, no quebra-sol do carro, etc.

Do lado negativo, é preciso observar que eles têm pouco conteúdo e vai demandar muita síntese do aluno. Além disso, se o estudante não for organizado, poderá sofrer com o manuseio.

Renato Alves é escritor, pesquisador e o 1ºbrasileiro a receber o título oficial de melhor memória do Brasil pelo Guiness Book – o livro dos recordes. Ele criou um método de memorização que ganhou reconhecimento nacional e já está em mais de 100 países.

Sobre o FlashCard, ele diz o seguinte: a técnica original consiste em fazer pequenos cartões onde de um lado você escreve a pergunta e no verso a resposta – frases e vocabulários, termos técnicos de anatomia, fórmulas matemáticas, química, física, trechos de livros, etc.

Ele ainda descreve o passo a passo, confira!

  • Depois de feito os cartões você vai organizar três caixas:
  • Na caixa 1 vão os cartões que você ainda erra ao tentar lembrar as respostas.
  • Na caixa 3 vão os cartões que você já conhece totalmente as respostas, ou seja, que já estão gravados na memória.
  • Os cartões da caixa 1 serão revisados 1x por dia.
  • Os cartões da caixa 2 serão revisados a cada 3 dias.
  • Os cartões da caixa 3 serão revisados 5 dias.
  • Quanto todos os cartões estiverem na caixa 3 significa que o conteúdo está sendo consolidado em memórias de longa duração.

Esta técnica é eficiente porque cumpre 2 objetivos:

  1. Formar memórias fortes utilizando a repetição sistematizada;
  2. Estimular a associação para que o cérebro estimulado pela pergunta consiga lembrar automaticamente da resposta e vice-versa.

LIVRO SUBLINHADO

Essa técnica também é muito conhecida, porém, mal usada. Muitas pessoas acham que vão conseguir interpretar mais facilmente se sublinhar muitas e muitas linhas.

Porém, a ideia central não é essa: sublinhar serve para facilitar na hora de fazer uma revisão. Logo, é preciso sublinhar apenas o que é de fato importante.

A dica é sublinhar a partir da segunda leitura, já que na primeira você ainda não sabe o que realmente será importante. Se você tem o (mau) hábito de não ler duas vezes, então, sublinhe na primeira, mas pouco.

Mais importante do que sublinhar, vale a pena dizer, é encontrar bons materiais para serem lidos. Depois disso, confira cores fortes, que vão além do amarelo.

Alguns estudos já recomendaram alguns usos: Verde para Informações Importantes, Amarelo para Chamar a Atenção e Vermelho para Assuntos que Já Caíram em Provas Passadas.

MAPA MENTAL

Esse é uma técnica também considerada nova – da década de 70 – e criada por Tony Buzan. Ela pode ser usada para vários fins, especialmente no estudo.

A principal função do mapa mental é fazer a revisão de conteúdos e ajudar na organização, hierarquização e relação dos assuntos.

A técnica consiste em: abusar da criatividade do aluno para criar “desenhos” indicativos.

Na internet, encontramos um passo a passo bastante simples de como fazer um mapa mental, veja:

  1. Comece com uma folha de papel sem pauta horizontal,
  2. Tenha cores diferentes,
  3. Esteja atento às palavras-chaves e principais conceitos,
  4. Identifique o tema, matéria, capítulo,
  5. Use letra de forma, para ser mais legível,
  6. Use letras grandes, já que elas estimulam o canal visual e agilizam as revisões,
  7. Abrevie as palavras o máximo possível,
  8. Escreva do centro para as extremidades,
  9. Quebre temas principais em níveis, conforme o grau de importância,
  10. Abuse das imagens, desenhos e símbolos.

Nos dias atuais é possível encontrar, também, aplicativos que auxiliam na elaboração desses mapas. Porém, os especialistas não indicam esse uso já que todo desenho tem que ser feito e criado pelo estudante, tornando-o pessoal e colaborado no aprendizado.

LEITURA DO CONTEÚDO

Já falamos um pouco disso, mas talvez você ainda não tenha notado com muita previsão: ler o texto é importante, ler o texto mais de uma vez é ainda mais importante.

Se você leu e não entendeu, leia novamente. Se leu e entendeu, releia também porque vai aprender ainda mais. Quanto mais você lê, mais fixo o conteúdo fica.

Além disso, se for assuntos ou textos que permitem, faça a leitura por outros autores, já que pontos de vistas são diferentes e uns podem ter mais facilidade de estudar através de um autor do que outro. Estudar fontes diferentes é importante.

PROVAS ANTERIORES

Para muitos, as provas anteriores nem são consideradas técnicas de revisão. Mas deveriam. Uma das principais funções dela é permitir, justamente, uma boa revisão.

Também na internet, encontramos um passo a passo desse tópico, confira:

  • Separe questões sobre o assunto que irá revisar – conforme banca, ano, nível, cargo,
  • Responda todas as questões – nunca faça pela metade,
  • Verifique as questões que errou e procure o motivo do erro, sempre que necessário procure seu material e faça a releitura do assunto,
  • Anote seu percentual de acerto e faça um histórico para ver seu desenvolvimento.

A Melhor Técnica de Revisão

Agora, é importante que você note que não existe a Melhor Técnica de Revisão para Todo Mundo. Cada um vai ter a sua preferida e, mais importante do que isso, é conseguir observar que é possível trabalhar concomitante com todas.

Você, estudante, é quem vai selecionar qual deve usar – que deve ser aquela que traz mais benefícios.

Com informações da wikihow e unicesumar

Para quem quer passar no concurso público – O foco e o Método Cornell
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