7 Técnicas para Chutar Certo nas Provas de Múltiplas Escolhas dos Concursos Públicos?

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Os tipos de provas em Concursos Públicos são muitos diferentes e tem características diferentes dependendo de quem é a agenciadora e organizadora do evento. Para os estudantes do ensino médio também vale essa teoria. Porém, o que se pode notar é que a maior parte segue um mesmo padrão, onde a 1ª parte é feita em caráter objetivo, com questões de testes que devem ser assinalados.

Normalmente, essa parte é de caráter classificatório, ou seja, seleciona os melhores candidatos em ordem crescente. Depois, em alguns casos, existem outras partes: provas discursivas, exames físicos ou provas orais, mas isso, vale dizer, é mais incomum.

No artigo de hoje vamos falar sobre as provas objetivas e como o concurseiro pode usar algumas técnicas para ir bem nessa fase e manter uma boa colocação no ranking final. Mas, antes disso, faremos uma pequena descrição de cada tipo de prova, apenas para que você, leitor, se localize e entenda as principais diferenças entre elas.

Abaixo, listamos todos os tipos de provas e não está em ordem, porém, as primeiras opções são todas especificas e não são cobradas em todos os concursos, apenas em alguns. O último tópico (Prova Objetiva) é o mais comum e é cobrado em quase todos os concursos. A partir desse tópico, focaremos apenas nas questões de múltiplas escolhas.

Reprodução: Google

Tipos de Prova

1 – Prova Discursiva

Normalmente, são redações com algum tema relacionado à momentos recentes ou históricos e focados em alguma área de atividade relacionada com outras questões da prova. Aqui entrem vários fatores importantes que podem fazer o candidato ir bem ou não nesse tipo de prova: o tipo de texto que deve ser escrito e os critérios de avaliação que serão usados.

Então, como ir bem nesses pontos? Tem que ler o edital. Cada banca tem um método e, por isso, é tão importante fazer a leitura do edital, onde estarão todas essas informações.

Dicas Importantes: Todas as provas discursivas tem que ser manuscritas em letras legíveis e preenchidas com caneta esferográfica de tinta preta! O limite, mínimo e máximo, de linhas também está estipulado no edital.

Objetivos desse tipo de Prova: Apenas avaliar a capacidade de expressão na linguagem da escrita da norma culta da Língua Portuguesa. Claro que os examinadores observam a opinião e os pontos de vista do candidato, avaliando não apenas a coerência e a coesão, como também a facilidade em compreender a importância do tema em destaque.

Leia Também: 7 Temas Imprescindíveis de Português para Concursos Públicos! Bem, se você está em uma grande empresa e quer crescer, saiba que não é escrevendo de forma inequívoca que você vai ter grandes chances. Agora, se você não está em nenhuma empresa, mas está prestando concursos e provas, então, escrever corretamente torna-se também necessário.

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No fim das contas, é imprescindível notar que esse tipo de prova não é cobrado em todos os concursos, mesmo porque exige muito trabalho na hora de fazer a correção, que deve ser feita individualmente. Porém, quando são exigidas essas provas costumam ter um grande peso e podem significar todo sucesso do candidato.

2 – Avaliação Psicológica

É ainda menos comum, mas quando exigida tem caráter eliminatório e não classificatório. Ou seja, nesse caso não uma competição geral entre os candidatos e sim individual. Logo, os candidatos ou passam ou não passam, simplesmente. Então, pode ser que em um exame psicológico todos os candidatos tenham sucesso, assim como pode acontecer de nenhum ter sucesso, sendo que um é independente do outro.

Logo, quem não é aceito no teste psicológico está fora da disputa do concurso!

O que é o exame psicológico? Como o nome diz é uma prova que vai abordar aspectos psicológicos e, por isso, normalmente, é feito da seguinte forma: uma entrevista com um psicólogo e alguns testes básicos que são respondidos na hora.

Por que existe esse teste? A avaliação psicológica é para notificar se o candidato que está na disputa é recomendado para o cargo, levando em consideração questões psicológicas, mentais e pessoais.

Como é feita a avaliação? É uma aplicação de técnicas psicológicas, que analisam o candidato para o cargo, anotando itens como: capacidade de concentração, atenção, raciocínio, controle emocional, memória e personalidade, que podem ser restritivas ao cargo em destaque.

3 – Capacidade Física

É como uma prova de avaliação psicológica, que é eliminatória. Nesse caso, porém, é exigida uma capacidade física que visa analisar a capacidade física do candidato. Essa prova é habitual nos Concursos para Polícias, tais como para os cargos de agente, escrivão, papiloscopista, delegado, perito e patrulheiro rodoviário.

Quando o candidato é apto, ele continua no processo, mas, quando é inapto, não participa mais dessa edição do concurso.

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4 – Exames Médicos

Esse exame também é mais comum aos Concursos que exigem aptidão física e mental. Nesse caso, o candidato não poderá ter doenças graves, contagiosas ou incuráveis. Então, conforme a carreira desejada, como as da área policial, podem ser exigidos exames médicos específicos no concurso que objetivam aferir se o candidato goza de boa saúde física e psíquica para suportar os exercícios.

Aqui, vale a pena fazer um comentário. O concurso que exige a Capacidade Física, também exige os exames médicos. E isso tudo, além da teoria, é provado também na prática. Isso porque os concursos exigem, posterior à nomeação do cargo, um Curso de Formação Profissional, para que desempenhe as tarefas típicas da categoria.

Quanto aos exames, são feitos por um médico especializado da instituição. Mas, em alguns casos, pode ser exigida a apresentação de exames laboratoriais e complementares, que devem ser feitas em clínicas especializadas.

5 – Curso de Formação Profissional

Essa é uma das fases de alguns concursos, a minoria. Aliás, na maior parte para aqueles que cobram a competência física.

O que é? É um treinamento ministrado por professores e especialistas de empresas organizadoras ou do órgão que vai contratar. Durante esse curso, o candidato recebe um auxílio financeiro que vale a metade do salário que receberá após começar a atuar no cargo.

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Todos fazem o Curso? Não. Apenas aqueles que passaram nos exames anteriores.

Se Chegar até o Curso de Formação Profissional, o candidato pode ser excluído do exame? Poder, pode! Mas são raros os casos que acontece isso. Normalmente, quem faz esse curso é quem já foi bem em todos os exames anteriores e o curso é considerado uma qualificação para o cargo. No entanto, vale dizer que existe uma nota mínima e caso não a obtenha, o candidato é eliminado.

Mas, quando o candidato se dedica ao curso dificilmente é reprovado.

A grande diferença aqui é que, em concursos maiores e nacionais, por exemplo, o curso pode destinar o candidato para certo local. Por que, funciona assim: Aquele que tiver maior nota, somando todos os exames e ficar nas primeiras colocações, poderá escolher o local que vai atuar e assim por diante. Essa é a vantagem de ir bem em todas as provas!

Aliás, quem estiver fazendo o curso precisa entender que estará sujeito a atuar em período integral com dedicação exclusiva, sendo diurno ou noturno e, até mesmo, em finais de semana e feriados.

6 – Provas Práticas

Conforme a carreira, alguns concursos cobram a aplicação de provas práticas. É diferente do Curso de Formação Profissional, citado acima. Aqui, a prova faz parte integral do processo e tem, normalmente, pesos eliminatórios também. Para exemplificar esse tópico, temos os concursos para motorista, que exige a prática da direção e digitadores, que exigem a digitação, obviamente.

A aplicação destas provas, as exigências e a pontuação estão todos especificados no edital e são característicos de cada banca examinadora.

7 – Provas Orais

Nas provas orais, o exame é feito por uma banca que é formada de 2 à 4 professores que fazem perguntas de matérias e conteúdos programáticos já definidos em editais. Normalmente, os temas são os mesmos das provas objetivas, mas com um grau a mais de dificuldade, já que a prova oral costuma influenciar (muito) na questão emocional do candidato.

Quem vai examinar o candidato pode realizar perguntas ou, simplesmente, pedir ao candidato que fale sobre o assunto, de maneira mais geral e menos especifica. Isso tudo vai depender da banca, obviamente.

As provas Orais apesar de não serem habituais para todos os concursos, são importantes em alguns, como no caso de Concursos Jurídicos de vários estados e mesmo na Polícia Civil do estado de São Paulo.

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E, hoje, temos uma dica sobre um filme. É um filme infantil, desses que parecem “bobinhos”, mas não é! O filme foi lançado em 2015, nos Estados Unidos, pela Disney/Pixar e tem direção de Pete Docter. No Brasil, ficou conhecido por ter sido dublado por Miá Mello, Otaviano Costa e Dani Calabresa, entre outros. E a sinopse é mais ou menos assim… Continue Lendo!

8 – Provas Objetivas

Aqui, dentro desse tópico, existem 2 tipos de avaliações que podem ser feitos: a de múltipla escolha, que é mais comum ou a de certo e errado, menos habitual. O que é normal para todos os casos é o caráter acontecer em fase única. Bem, confirma as características de cada uma!

  • Múltipla Escolha: É comum que cada questão tenha 4 ou 5 alternativas e somente 1 esteja correta. Assim, o aluno tem que saber qual é ela. Se não souber, o indicado é que ele “chute” alguma questão porque o edital considera nula uma questão sem resposta.
  • Certo ou Errado: Nesse caso, cada questão pode ter vários itens que estarão certos ou vários que estarão errados. Logo, quando ele acerta ele recebe um ponto, mas, se ele erra, ele perde um ponto. E se deixar sem assinalar, ele não ganha e nem perde. Aqui é preciso mais estratégica do candidato e chutar nem sempre vai ser a melhor opção.

Como a maior parte dos concursos públicos exige a Prova Objetiva e de Caráter de Múltipla Escolha, vamos mostrar algumas técnicas de como o aluno pode ir bem nesses casos, sabendo “chutar” a alternativa correta quando não souber a resposta, de fato.

7 Técnicas para Chutar Certo nas Provas de Concursos Públicos

  • Você pode ter estudado muito!
  • Pode ter lido sobre todos os temas que o edital exigiu!
  • Pode ter feitos as resenhas da forma correta!
  • Pode ter usado a Leitura Dinâmica!
  • Pode ter Memorizado todas as fórmulas matemáticas!
  • Pode saber tudo sobre Informática e Atualidades.

Mas sempre vai ter aquela questão que te deixa em dúvida. Sempre haverá uma vírgula ou uma palavra-chave que pode te colocar a perder tudo. Aliás, pode ser, o que não é incomum, que te dê um branco na Hora H. Então, saber chutar a alternativa correta é uma dica que vale para todos os concurseiros, do mais bem preparado até aquele que não estudou muito. .

Então, vamos listar algumas dicas para ir bem quando você não souber a resposta exata. Mas, ó, muita atenção: se você for fazer a prova toda na base do “chute”, provavelmente, não terá êxito, afinal, as provas de concursos públicos exigem, antes de qualquer coisa, muito conhecimento.

1 – Eliminação

Parece óbvio, mas nem sempre é. A 1ª Dica é a Eliminação da alternativa incorreta. Oras, como são 4 ou 5 alternativas, sempre vai ter aquela que é absurda ou visivelmente errada, então, o candidato já pode eliminá-la.

Mesmo que parece óbvio, essa ação pode aumentar muito a probabilidade do acerto, afinal, se antes havia 4 questões a serem marcadas, agora, haverão apenas 3. Ou melhor, em um questão de 5 alternativas, o aluno que tinha uma probabilidade de acerto de 20%, terá a sua chance aumentada para 25%, por exemplo.

Reprodução: Google

2 – Repetição

Essa dica, vamos dizer, costuma dar certo, mas há exceções, obviamente. A repetição das palavras tendem a indicar a alternativa correta, principalmente em casos onde a alternativa indica 2 ou mais palavras. Então, o candidato tem que notar quais palavras mais aparecem e, assim, terá um grande indicativo para chutar a resposta correta.

3 – Semelhança

É normal que a banca examinadora tente confundir o candidato colocando alternativas parecidas ou próximas à resposta correta, então, quando 2 alternativas forem semelhantes também podem indicar que uma delas é a correta.

4 – Generalização

Quando uma alternativa generaliza demais um assunto, isso indica que ela pode estar incorreta. Leve em consideração palavras como: nunca, jamais, sempre, completamente, incondicional, ninguém, todos, etc.

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5 – Distribuição

É uma das dicas menos comum, mas pode dar certo. Em termos de números, as bancas examinadoras tendem a distribuir igualmente as respostas conforme a quantidade de alternativas e questões. O que é normal, mas não é regra, é que as bancas distribuem, em uma prova de 50 questões, por exemplo, 10 alternativas A, 10 alternativas B, 10 alternativas C e assim por diante.

Em último caso, se nenhuma das dicas acima der certo, vale pensar nessa opção. Quando for chutar, então, analise contar as respostas que já foram assinadas. Logo, se já existirem muitas alternativas com a mesma letra, vale a pena pensar em escolher outra.

6 – Resposta Mais Longa

É comum que a alternativa mais longa seja a correta! Isso porque ela traz mais informações.

7 – Respostas Contraditórias

Quando há alternativas antiéticas, ou seja, uma oposta da outra, então, provavelmente, uma delas estará certa. É importante que o candidato que não tiver ideia de qual alternativa chutar, leve esse pensamento em consideração.

Há boatos de que a Alternativa A e a Alternativa C…

Bom, essas dicas são mais eficientes do que chutar sem nenhum critério. Mesmo porque elas aumentam a probabilidade do acerto. Agora, há também outras técnicas, porém, essas não são baseadas em dados estatísticos. Algumas pessoas creem que elas funcionam, mas, como dissemos ninguém comprova.

Independente disso saiba que a Letra A, normalmente, não é a resposta correta. Isso porque os examinadores preferem que os candidatos leiam todas as alternativas, então, nunca deixa a resposta certa de cara. Além disso, a Letra C é mais usual de estar certa e, para isso, não há motivos específicos.

Também é indicado que o candidato se prepare para que tenha tempo de ler a questão na íntegra. Essa atenção precisa ser tomada porque os últimos concursos têm apresentado várias questões corretas, mas que não dizem respeito à pergunta em destaque! Além disso, depois de ler o enunciado, o indicado é que o concurseiro leia todas as respostas para que não se confunda com questões ambíguas ou semelhantes.

Bem, a dica final é: analisar todas as perguntas, circule os detalhes importantes em cada frase ou expressão, descarte alternativas absurdas e vá para outra questão se estiver perdendo muito tempo nessa. Depois, não se esqueça de voltar e chutar uma alternativa, levando em conta as dicas acima!

Super Memória, Cérebro Jovem e Técnicas de Memorização… Seja um dos poucos a saber Tudo Sobre Isso

Renato Alves, cedeu uma entrevista à AT Revista, na qual afirmou que quando a memória desaparece, quem aparece é a insegurança. Renato entrou para o livro dos recordes em 2006 como o brasileiro de melhor memória, mas, antes ele já havia concluído o curso de Computação e estudar Ciências Cognitivas e Filosofia da Mente na Unesp. Posteriormente, ele cursou MBA em Gestão Empresarial.

Renato Alves lançou, recentemente, o livro “Os Segredos para Ter Memória Forte e Cérebro Sempre Jovem”, pela Editora Gente, que ficou entre os 20 mais vendidos, conforme o portal Publish News.

“A metáfora da onda traduz o que sentimos quando somos surpreendidos pelos chamados brancos ou lapsos de memória. A incapacidade de nos lembrarmos de coisas simples e de concluir tarefas desperta ansiedade seguida de desapontamento”, ele afirma.

No entanto, ele afirma que a notícia boa é que ter uma memória eficiente está ao alcance de todos. “O cérebro reforça a memória cada vez que uma informação é recordada na massa cinzenta. Quanto mais você acessa a mesma informação, mais rápida sua memória se torna”, ele diz. Conheça o Renato Alves:

Quando a prova é de alternativas entre o Verdadeiro e o Falso…

Para aqueles concursos que utilizam questão de verdadeiro ou falso ao invés de múltiplas escolhas, também há algumas dicas que podem ser seguidas. Leia!

Normalmente, há mais questões verdadeiras do que falsas e isso é meio óbvio já que os examinadores querem saber o quanto você conhece do assunto e não, necessariamente, o fato de você conseguir detectar informações incorretas.

Aliás, se a prova não te penalizar pelas escolhas incorretas, então, vale a pena arriscar um verdadeiro ou falso, já que as suas chances são de 50% de acerto ou de erro.

E, como existem apenas 2 alternativas, os examinadores costumam se dedicar mais na elaboração da resposta, por isso, a atenção é supra importante. Eles vão notar quais alunos estão mais bem preparados. Nesse caso, por incrível que pareça, nem sempre as questões são mais fáceis, já que as alternativas costumam apresentar muitas pegadinhas.

Mas aí, vale ficar atento à paranoia. Isso mesmo: não seja paranoico! Se você sabe a resposta acerta, aponte-a e não fique criando pelos em ovos. Às vezes, uma resposta óbvia demais é a correta.

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Alguns Exemplos de Verdadeiro ou Falso

Fizemos um breve apanhado de algumas questões que caíram na prova de Procurador Federal, em 2010, organizada pela CESPE/AGU. Confira e se atente às respostas!

  • O Meio Ambiente é um direito difuso, direito humano e fundamental da terceira geração, mas não é classificado como patrimônio público. ERRADO!
  • Por meio da ação civil pública pode-se buscar tanto a cessação do ato lesivo ao meio ambiente, a reparação do que for possível e até mesmo a indenização por danos irreparáveis, caso tenha ocorrido. CERTO!
  • A proteção do meio ambiente é um principio da ordem econômica, o que limita as atividades da iniciativa privada. CERTO!
  • A pesquisa cientifica a ser desenvolvida nas reservas biológicas não depende de autorização administrativa do órgão responsável pela unidade, mas apenas da observância das condições estabelecidas em regulamento. ERRADO!
  • Apesar de haver limitação expressa à possibilidade de expedição de precatório antes do trânsito em julgado, pode ser admitida a liquidação imediata da sentença condenatória contra a fazenda pública, apesar de pendente recurso contra essa decisão. CERTO!

Por Fim…

No fim das contas, não há motivos, em provas testes de múltipla escolha, para deixar a pergunta em branco, sem resposta. Em geral, quando o candidato consegue eliminar 2 ou 3 alternativas, ele tem uma chance de acerto que 50 ou 33%. E vale arriscar porque o erro não trará pontos negativos, nesse caso.

Com informações TudoSobreConcursos

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